A Polícia Rodoviária Federal (PRF) reforçou a fiscalização sobre o uso obrigatório do farol baixo em rodovias brasileiras a partir de 2026.
A medida visa aumentar a segurança e evitar acidentes, mas muitos motoristas ainda desconhecem as regras e os riscos de serem autuados.
A infração, que pode custar R$ 130,16 e render pontos na carteira, é aplicada quando o condutor deixa de acender o farol baixo em situações específicas.
A PRF intensificou as blitze para garantir o cumprimento da lei e a segurança de todos nas estradas.
Conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), o uso do farol baixo é mandatory durante a noite, em túneis e em rodovias de pista simples fora do perímetro urbano durante o dia.
Veículos com luz de rodagem diurna (DRL) estão dispensados desta exigência diurna em pista simples, mas não em túneis, neblina ou chuva intensa.
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O objetivo é garantir que os veículos sejam facilmente identificados à distância, principalmente em ultrapassagens e em condições de visibilidade reduzida.
A falta de atenção a essa regra simples pode gerar transtornos e custos inesperados.
A multa por não utilizar o farol baixo quando exigido é de R$ 130,16, classificada como infração média.
Além do valor financeiro, o condutor acumula 4 pontos em seu prontuário da CNH. Em alguns casos, o veículo pode ser retido até a regularização.
Para evitar multas e garantir a segurança, a PRF recomenda a verificação constante do sistema de iluminação do veículo.
A substituição preventiva das lâmpadas, preferencialmente em pares e com peças certificadas pelo Inmetro, é uma medida eficaz.
Manter as lentes dos faróis limpas também é fundamental para otimizar a iluminação e a visibilidade. A atenção aos detalhes pode prevenir não apenas multas, mas também acidentes graves.
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