13° salário do INSS deve ganhar novo calendário após ordem de Paulo Guedes

Nesta quinta-feira (25), o ministro da Economia, Paulo Guedes, divulgou que o governo tem “engatilhadas” novas ações para o combate ao recrudescimento da pandemia no Brasil. Uma delas para antecipação do 13° salário de beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

13° salário do INSS vai ganhar novo calendário após ordem de Guedes
13° salário do INSS vai ganhar novo calendário após ordem de Guedes (imagem: google imagens)

Em audiência pública na comissão temporária do Senado que acompanha as medidas de enfrentamento ao COVID-19, ele citou a antecipação de benefícios de aposentados e pensionistas do INSS.

Uma nova fase do programa de apoio a micro e pequenas empresas, o Pronampe e o relançamento do programa que possibilita a suspensão de contratos e diminuição de jornadas e salários de trabalhadores.

Cenário esperado em relação a pandemia do coronavírus

O ministro afirmou que, em 60 dias, o esperado é que o país tenha um cenário diferente por causa das medidas do protocolo de crise a serem feitas em sequência.

A medida de antecipar o 13º salário visa aplicar uma injeção financeira capaz de garantir a rotatividade do PIB.

“Aprovado o Orçamento, se os senhores aprovarem o Orçamento hoje, podemos disparar imediatamente a antecipação dos benefícios de aposentados e pensionistas. Mais R$50 bilhões vem de dezembro para agora. Vamos proteger os mais vulneráveis e os idosos, nessa segunda grande guerra contra o coronavírus”, disse.

Mudanças nas cobranças de impostos 

Ele informou também a mudança na regra de cobrança de impostos, a fim de auxiliar pequenos empresários durante este momento difícil da pandemia.

“Da mesma forma, ontem (quarta-feira) anunciamos o diferimento dos impostos do Simples, são milhões e milhões de empresas e trabalhadores que foram atingidos brutalmente com o recrudescimento da pandemia e com o reinício do lockdown”, afirmou Guedes.

Mudanças no programa emergencial de manutenção de empregos, o BEm

Ele considerou um equívoco a resistência às mudanças no uso de seguro-desemprego para realizar o pagamento do programa emergencial de manutenção de empregos, o BEm, a trabalhadores que tiverem o contrato suspenso ou o salário reduzido.

Entretanto, aceitou efetuar uma reformulação do programa, ainda que isso possa ter como consequência um impacto fiscal.

“Quem manda é a política. Tenho que aceitar e reformular o programa, então naturalmente tem mais impacto fiscal, um pouco mais de juros, de dificuldade na retomada, mais despesa”, apontou Guedes.

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Jheniffer Freitas
Jheniffer Aparecida Corrêa Freitas é formada em Jornalismo pela Universidade de Mogi das Cruzes. Atuou como assessora de imprensa da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo e da Secretarial Estadual da Saúde de São Paulo. Há dois anos é redatora do portal FDR, onde acumula bastante experiência em produção de notícias sobre economia popular e finanças.