A notícia que acaba de ser confirmada pelo Governo Federal pegou muitos consumidores de surpresa: o fim da chamada “taxa das blusinhas” para compras internacionais de até US$ 50.
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A medida, que entra em vigor imediatamente, representa um alívio significativo no bolso de quem costuma adquirir produtos de sites estrangeiros.
O imposto de importação de 20% sobre encomendas de pequeno valor, que vinha sendo alvo de intensas críticas, foi extinto.
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Com isso, os preços de itens populares em plataformas internacionais tendem a cair, tornando as compras online mais acessíveis para milhões de brasileiros.
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A extinção da “taxa das blusinhas” elimina a preocupação com uma possível dupla tributação federal em 2027, quando a nova reforma tributária começar a valer.
A Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), com alíquota estimada em 9%, será aplicada às importações de pequeno valor, mas sem a sobreposição do imposto anterior.
O imposto extinto havia sido implementado em agosto de 2024 e, posteriormente, dez estados elevaram o ICMS sobre essas compras, elevando o custo final para o consumidor.
Apesar das críticas, dados da Receita Federal indicam um crescimento na arrecadação com encomendas internacionais, com um recorde histórico alcançado nos primeiros quatro meses de 2026.
Os Correios esperam um aumento no volume de encomendas internacionais com a medida.
A estatal pretende disputar esse mercado, buscando recuperar a competitividade e melhorar seus resultados financeiros, que ainda projetam um déficit considerável para 2026.
Especialistas alertam que a reforma tributária pode elevar custos para empresas. Setores de serviços e do Simples Nacional devem sentir o maior impacto.
Isso pode gerar repasses ao consumidor final em diversas áreas do mercado. Custos operacionais, como aluguéis, estão entre as despesas mais afetadas.
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