Logo do Terra PRODUTOS TERRA
FDR
  • Início
  • Finanças
    • Cartões de crédito
    • Contas Digitais
    • Empréstimos
    • Loterias
  • Impostos
    • IPVA
    • IPTU
    • IRPF
    • IRPJ
  • Benefícios
    • Bolsa Família
    • CNH Social
    • Carro & Economia
    • INSS
    • MEI
    • Minha Casa Minha Vida
    • Pé de Meia
    • Seguro Desemprego
    • SUS
  • Renda
    • FGTS
    • PIS PASEP
    • Renda Extra
  • Carreiras
    • Concursos
    • Vagas de Emprego
    • Cursos
    • Vestibulares
  • Curiosidades
  • Contato
    • Sobre
    • Política de privacidade
    • Política de Erros
    • Princípios Editoriais
  • Anuncie
No Result
View All Result
  • Início
  • Finanças
    • Cartões de crédito
    • Contas Digitais
    • Empréstimos
    • Loterias
  • Impostos
    • IPVA
    • IPTU
    • IRPF
    • IRPJ
  • Benefícios
    • Bolsa Família
    • CNH Social
    • Carro & Economia
    • INSS
    • MEI
    • Minha Casa Minha Vida
    • Pé de Meia
    • Seguro Desemprego
    • SUS
  • Renda
    • FGTS
    • PIS PASEP
    • Renda Extra
  • Carreiras
    • Concursos
    • Vagas de Emprego
    • Cursos
    • Vestibulares
  • Curiosidades
  • Contato
    • Sobre
    • Política de privacidade
    • Política de Erros
    • Princípios Editoriais
  • Anuncie
No Result
View All Result
FDR
No Result
View All Result

Banco Central deve manter Selic ALTA por mais tempo; ESTES são os impactos para o seu bolso

Por Silvio Suehiro
10 de agosto de 2022
WhatsApp

Em ata da última reunião, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central alegou que manterá a taxa básica de juros da economia, a Selic, alta por um tempo “suficientemente longo”. Desse modo, a autoridade monetária visa controlar a inflação.

Banco Central deve manter Selic ALTA por mais tempo; ESTES são os impactos para o seu bolso
Banco Central deve manter Selic ALTA por mais tempo; ESTES são os impactos para o seu bolso (Imagem: Montagem/FDR)

Na última quarta-feira (3), o Copom aumentou a taxa Selic de 13,25% ao ano para 13,75% ao ano. O Comitê alegou que “optou por sinalizar que avaliará a necessidade de um ajuste residual, de menor magnitude, na próxima reunião”. Ou seja, a Selic pode chegar a 14% ao ano no encontro de setembro.

O objetivo do colegiado é de “trazer a inflação para o redor da meta no horizonte relevante”, que abrange o ano de 2023 e, em nível menor, de 2024.

O Banco Central alega que o panorama econômico internacional segue “adverso e volátil”, com maiores negativas revisões para o crescimento mundial. Isso em um cenário “inflacionário ainda pressionado”.

Dentro do Brasil, o colegiado declara que os indicadores econômicos continuam estimando um crescimento durante o segundo trimestre — com uma retomada do mercado de trabalho acima do previsto pelo Comitê.

Apesar disso, o Copom afirma que a inflação ao consumidor segue alta, com disseminada elevação entre diversos componentes, “se mostrando mais persistente que o antecipado”.

A diminuição do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis e energia elétrica, entre outros, pode ser vista nos indicadores de alta frequência.

Contudo, o Copom informa que “os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária, que apresentam maior inércia inflacionária, mantêm-se acima do intervalo compatível com o cumprimento da meta para a inflação”.

Selic está no maior patamar dos últimos seis anos

Pela décima segunda vez seguida, o Copom decidiu elevar a taxa básica de juros. Atualmente, a Selic está no maior patamar desde novembro de 2016, quando tinha chegado a 14% ao ano.

Desde março do ano passado, o colegiado vem elevando a taxa de juros. Entre março e junho de 2021, o indicador aumentou, em cada encontro, em 0,75 ponto percentual. No início de agosto, a taxa subiu 1 ponto em cada encontro. Já entre dezembro do ano passado e maio deste ano, a alta foi de 1,5 ponto.

Estes são os impactos da Selic alta para o seu bolso

A taxa Selic é o principal instrumento da autoridade monetária para controlar a inflação. Por se tratar de uma taxa básica de juros da economia, ela influencia as demais taxas de juros do país.

Entre as taxas influenciadas, estão as taxas de empréstimos, financiamentos e cartões de crédito, por exemplo. Consequentemente, quando a Selic está alta, o crédito fica mais caro.

Por outro lado, diversos investimentos em renda fixa — que são atrelados à taxa básica de juros — passam a oferecer maiores retornos. Entre essas aplicações que são favorecidas pelo aumento da Selic, estão títulos privados e públicos do Tesouro Direto (o Tesouro Selic), e Certificados de Depósitos Bancários (CDBs).

Funcionamento dos reajustes da Selic na prática

Conforme citado acima, quando a Selic sobe, os juros cobrados sobre diversas operações ficam mais altos. Com isso, a população tende a reduzir o consumo — e isso favorece a queda da inflação.

Por outro lado, quando o Copom diminui a taxa básica de juros, fica mais barato tomar dinheiro emprestado. Isso porque ficam menores os juros cobrados nessas operações. Como resultado, há estímulo para o consumo.

O aumento da taxa básica de juros torna o crédito mais caro aos brasileiros
O aumento da taxa básica de juros torna o crédito mais caro aos brasileiros (Imagem: Montagem/FDR)

Banco Central precisa manter a inflação sob controle

Atualmente, o Brasil vem enfrentando um cenário de grande inflação. Apesar de que o país tenha registrado deflação de 0,68% em julho, a taxa continua acima de dois dígitos no acumulado em 12 meses.

Segundo o Banco Central, a inflação baixa, previsível e estável oferece diversos benefícios para a sociedade. Caso a autoridade consiga alcançar essa meta, a economia pode crescer — já que a incerteza econômica fica menor, as pessoas conseguem planejar melhor seu futuro e as famílias não perdem sua renda real.

Para alcançar esse objetivo, o país adota o regime de metas para a inflação. Por esse sistema, o Banco Central atua para que a inflação fique dentro desse parâmetro.

Por exemplo, para este ano, o centro da meta de inflação é de 3,50% — com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. O Banco Central já admitiu que não cumprirá a meta deste ano.

Diante disso, a autoridade monetária já visa alcançar a meta do próximo ano, de 3,25% — com o mesmo intervalo de tolerância de 1,5 ponto.

Silvio Suehiro

Silvio Suehiro

Silvio Suehiro é formado em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC). Desde 2020, dedica-se à redação do portal FDR, onde tem acumulado experiência e vasto conhecimento na área ligada a economia, finanças e investimentos. Além disso, Silvio produz análises sobre produtos e serviços financeiros, sempre prezando pela imparcialidade e informações confiáveis.

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  • Sobre nós
  • Privacidade
  • Contato
  • Esforços filantrópicos
  • O site FDR é confiável?
  • Trabalhe Conosco
  • Anuncie no FDR

FDR Finanças, Direitos e Renda | Últimas Notícias

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

No Result
View All Result
  • Início
  • Finanças
    • Cartões de crédito
    • Contas Digitais
    • Empréstimos
    • Loterias
  • Impostos
    • IPVA
    • IPTU
    • IRPF
    • IRPJ
  • Benefícios
    • Bolsa Família
    • CNH Social
    • Carro & Economia
    • INSS
    • MEI
    • Minha Casa Minha Vida
    • Pé de Meia
    • Seguro Desemprego
    • SUS
  • Renda
    • FGTS
    • PIS PASEP
    • Renda Extra
  • Carreiras
    • Concursos
    • Vagas de Emprego
    • Cursos
    • Vestibulares
  • Curiosidades
  • Contato
    • Sobre
    • Política de privacidade
    • Política de Erros
    • Princípios Editoriais
  • Anuncie

FDR Finanças, Direitos e Renda | Últimas Notícias