Quer investir em criptomoedas, mas não sabe por onde começar? Conheça uma boa opção

As criptomoedas estão ficando cada vez mais populares pelo mundo e atraindo um interesse cada vez maior das pessoas. Entre este moedas, o bitcoin é a mais conhecida e no decorrer do último ano ficou marcado por uma trajetória de altos e baixos. Por conta disso, a volatilidade das cripto é algo que não se pode negar e deve ser considerada pelo investidor interessado. Para quem deseja se aventurar no mercado das cripto de forma mas segura podem recorrer a fundos de investimentos. Saiba mais.

Falando sobre fundos de investimento com este tipo de ativo na carteira no nosso país, existem 20 produtos disponíveis no mercado.

Entre as vantagens de investir em criptos através de fundos está desde a conveniência de contar com o suporte de uma equipe de gestão que realizará a curadoria dos ativos até questões relacionadas a segurança específicas deste mundo das criptomoedas.

Outra questão bem importante é a sucessória. Caso o investidor venha a falecer sem ter compartilhado sua senha de acesso com outras pessoas, os ativos nunca mais poderão ser acessados. Já no caso dos fundos, eles são transmitidos aos herdeiros.

Os fundos que possuem temática cripto mais antigos do Brasil montam sua exposição a criptoativos através de veículos no exterior, isto é, compram cotas de fundos estrangeiros que têm os ativos na carteira. Nos últimos tempos, começaram a aparecer os fundos que compram os ativos de forma direta, sem a intermediação de veículos.

Atualmente, mais de metade dos fundos de cripto no mercado são voltados para o público qualificado que possuem no mínimo R$1 milhão livre em investimentos. Porém, gestoras como Hashdex, Vitreo, BTG Pactual e BLP também têm opções acessíveis para o investidor de varejo, algumas com tíquetes de entrada com valor menor que R$ 1.000.

Em decorrência de uma regra da CVM, os fundos liberados para o público comum podem  ter no máximo 20% da carteira em ativos no exterior. Os outros 80% são investidos em renda fixa local, em geral, títulos públicos. Os fundos da Vitreo são uma exceção.

Para o gestor de portfólio da Hashdex, João Marco Cunha, os investidores de varejo que não possuem um grande conhecimento sobre cripto já estarão bem atendidos por produtos mais simples.

“Para quem quer ter alguma exposição e está fazendo um primeiro contato, fundos orientados pelo índice NCI dão uma visão mais ampla do mercado. Já quem entende do assunto pode ir atrás de produtos com teses específicas”, disse Cunha ao 6minutos.

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Paulo Amorim
Paulo Henrique Oliveira é formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo. Atua como redator do portal FDR, onde já cumula vasta experiência e pesquisas, produzindo matérias sobre economia, finanças e investimentos.