Fase vermelha em SP começou! Entenda o que muda no funcionamento do comércio

Nesta semana, o Estado de São Paulo voltou para a fase vermelha do Plano SP, na qual deve permanecer até o próximo dia 18. Com a saída da fase emergencial, as atividades escolares presenciais nas redes pública e privada, a abertura de alguns serviços e as práticas esportivas profissionais estão liberadas. Confira.

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Fase vermelha SP começou! Entenda o que muda no funcionamento do comércio
Fase vermelha SP começou! Entenda o que muda no funcionamento do comércio (Imagem: Sergio Andrade/Governo do Estado de São Paulo/Agência Brasil)

A fase emergencial ficou em vigor entre os dias 15 de março e 11 de abril e o progresso para a fase vermelha veio após uma leve queda na taxa de ocupação de leitos de UTI, que atualmente está em 86%. A média diária de novas internações também diminuiu.

Volta das aulas presenciais 

As escolas reabriram para receber os alunos já nesta segunda, 12, na capital. Na rede estadual, as aulas retornam amanhã, 14.

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Bares e restaurantes 

Para este segmento os atendimentos presenciais seguem proibidos em todo o estado.

Toque de recolher

A fase vermelha vai herdar algumas características da emergencial, como o toque de recolher, por exemplo, das 20h às 5h.

Esta medida segue sendo fiscalizada por uma força-tarefa composta por integrantes das vigilâncias sanitárias, da Polícia Militar e do Procon.

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Na capital também será mantido o esquema de rodízio noturno, que vigora nos dias úteis, no sábado e nos feriados, das 20h às 5h, e não nos horários tradicionais (das 7h às 10h, e das 17h às 20h).

O que pode abrir na fase vermelha em SP?

  • Escolas e universidades
  • Hospitais, clínicas, farmácias, dentistas e clínicas veterinárias
  • Supermercados, hipermercados, açougues e padarias, lojas de suplemento, feiras livres
  • Delivery, drive-thru  e take away para bares, lanchonetes e restaurantes
  • Cadeia de abastecimento e logística, produção agropecuária e agroindústria, transportadoras, armazéns, postos de combustíveis e lojas de artigos de construção
  • Empresas de locação de veículos, oficinas de veículos, transporte público coletivo, táxis, aplicativos de transporte, serviços de entrega e estacionamentos
  • Serviços de segurança pública e privada
  • Construção civil e indústria
  • Meios de comunicação, empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens
  • Demais serviços: lavanderias, serviços de limpeza, hotéis, manutenção e zeladoria, serviços bancários, inclusive casas lotéricas, serviços de call center, assistência técnica e bancas de jornais.

O que não pode abrir na fase vermelha de São Paulo 

  • Academias
  • Cultos, missas e celebrações em igrejas e templos religiosas
  • Salões de beleza
  • Cinemas
  • Teatros
  • Shoppings
  • Lojas de rua com atendimento presencial
  • Concessionárias de veículos
  • Escritórios administrativos
  • Parques
  • Clubes
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Paulo Amorim
Paulo Henrique Oliveira é formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo. Atua como redator do portal FDR, onde já cumula vasta experiência e pesquisas, produzindo matérias sobre economia, finanças e investimentos.