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Auxílio emergencial 2021 e vacina da COVID-19: Veja porque um depende do outro para funcionar

Por Glaucia Alves
22 de março de 2021
Calendário da quinta parcela do Auxílio Emergencial 2021

Calendário da quinta parcela do Auxílio Emergencial 2021 (Imagem: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

O novo auxílio emergencial 2021 está previsto para ser pago durante quatro meses. Porém, a ajuda financeira aos mais necessitados pode ser prorrogada. Segundo o Ministério da Economia, o futuro do auxílio depende da campanha de vacinação contra a Covid.

Auxílio emergencial e vacina da COVID-19: Veja porque um depende do outro para funcionar
Auxílio emergencial e vacina da COVID-19: Veja porque um depende do outro para funcionar (Imagem: Ueslei Marcelino)

O ministro da Economia, Paulo Guedes, trabalha com duas situações que podem resultar na prorrogação do auxílio emergencial. Na primeira, caso a vacinação dos mais vulneráveis tenha sido finalizada até junho e o número de casos tenha diminuído, a prorrogação do pagamento seria de um valor residual.

Nesse caso, o pagamento seria instituído por meio de uma edição de uma nova emenda constitucional. Porém, se os casos de Covid-19 se agravarem, ainda mais, a alternativa será acionar o mecanismo de calamidade pública, assim como aconteceu no ano passado.

A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) Emergencial já define essa possibilidade e facilita a tomada de ações e contrapartidas. Caso seja necessário tomar essa medida, será necessário reduzir os gastos, como congelar salários e impedir contratação para novos cargos.

Guedes já afirmou que a prorrogação pode acontecer, mas “a melhor política é vacinação em massa”. Diante disso, o governo e sua equipe econômica demonstram estarem preparados para a prorrogação do auxílio emergencial, mas acreditam que ainda é muito cedo para afirmar a necessidade.

Auxílio emergencial 2020

Em 2020, mais especificamente no mês de março, o Brasil começou a enfrentar a pandemia de Covid-19. Diante disso, o país instalou a quarentena e as medidas de restrições sociais e distanciamento.

Auxílio emergencial e vacina da COVID-19: Veja porque um depende do outro para funcionar
Auxílio emergencial e vacina da COVID-19: Veja porque um depende do outro para funcionar (Imagem: montagem/FDR)

Diante disso, a economia começou a sofrer com a crise gerada pela doença, a falta de trabalho e o aumento do número de desempregados. Por esses motivos, o governo começou a tomar diversas medidas para ajudar todo o país a enfrentar os impactos gerados.

Uma das medidas anunciadas foi a criação do auxílio emergencial. Esse começou a ser pago aos brasileiros a partir do mês de abril. A ajuda financeira foi destinada para trabalhadores desempregados e informais, autônomos, Microempreendedores Individuais e beneficiários do Bolsa Família.

O primeiro anúncio do governo era pagar R$ 600 por três meses. Porém, com o avanço da doença, logo os pagamentos foram prorrogados por mais dois meses. Em setembro, após diversas discussões com a equipe econômica, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou mais quatro parcelas.

As parcelas extensão tiveram algumas mudanças. A primeira foi a redução pela metade do valor, passando para R$ 300. Outra diferença é que essas parcelas só podiam ser pagas até dezembro e, portanto, apenas quem tinha começado a receber entre os meses de abril e julho teriam acesso aos pagamentos.

Dessa maneira, quem começou a receber o auxílio emergencial em abril, inclusive quem recebia o Bolsa Família, receberam as nove parcelas. Quem teve o pagamento liberado a partir de maio pode receber três parcelas extensão.

Quem começou a receber o auxílio em junho teve direito a dois pagamentos extras e, por fim, os beneficiários que tiveram o pagamento liberado a partir de julho pode receber uma parcela extensão no mês de dezembro.

Em todos os pagamentos as mães chefes de família monoparentais recebiam o dobro do valor. O programa contemplou 68,2 milhões de pessoas, incluindo os 14 milhões que já recebiam o Bolsa Família. As parcelas custaram R$ 322 bilhões a União.

Novo auxílio emergencial 2021

O novo auxílio está previsto na PEC Emergencial e tem uma limitação de gastos de R$ 44 bilhões. Diante disso, o governo só irá contemplar 45,6 milhões de pessoas, incluindo os 14 milhões do Bolsa Família.

Nesse cenário, o governo terá que alterar os requisitos exigidos para ser beneficiado pela ajuda financeira. De acordo com a Medida Provisória entregue ao Congresso Nacional, diretamente das mãos do presidente Bolsonaro, os novos beneficiários terão que cumprir os seguintes requisitos:

  • Ser trabalhador informal; ou
  • Beneficiário do Bolsa Família;
  • Ter renda familiar mensal de até três salários mínimos (R$ 3.300);
  • Ter renda familiar per capita mensal de até meio salário mínimo (R$ 550);
  • Ter recebido o auxílio emergencial no ano passado (isso porque não serão mais permitidos novos cadastros).
Glaucia Alves

Glaucia Alves

Gláucia Alves é formada em Letras-Inglês pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Atuou na área acadêmica durante 8 anos. Em 2020 começou a trabalhar como corretora de redação. Atualmente, trabalha na equipe do portal FDR, produzindo conteúdo sobre finanças e carreira, onde já acumula anos de pesquisa e experiência.

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