Bitcoin bate novo recorde após R$ 220 TILHÕES em ativos

Nesta quinta-feira, 11, o BNY Mellon, banco de investimentos que possui mais de U$$41 trilhões (cerca de R$220 trilhões) em ativos, comunicou sua entrada no mercado de criptomoedas. Os investidores responderam instantaneamente, fazendo com que o bitcoin registrasse um novo recorde de preço, acima de 48 mil dólares, e as ações do banco à um movimento de alta de mais de 4%.

Bitcoin bate novo recorde após R$ 220 TILHÕES em ativos
Bitcoin bate novo recorde após R$ 220 TILHÕES em ativos (Imagem: Jack Guez AFP)

Roman Regelman, o CEO de serviços de ativos e chefe digital do BYN Mellon, se orgulhou da instituição ser o primeiro banco global a comunicar planos para oferecer um serviço integrado para ativos digitais.

“A crescente demanda dos clientes por ativos digitais, a maturidade de soluções avançadas e a melhoria da clareza regulatória apresentam uma grande oportunidade para estendermos nossas ofertas de serviços atuais a esse campo emergente”, disse.

De acordo com o comunicado, o banco norte-americano vai permitir que os ativos digitais usem a mesma rede financeira pelas quais operam os ativos tradicionais, como títulos do Tesouro dos EUA e ações. 

A princípio, a instituição vai lançar ainda este ano, uma unidade para custódia digital, com a finalidade de ajudar os clientes a lidar com criptomoedas. 

“A plataforma que construímos atenderia a qualquer um desses ativos”, afirmou Mike Demissie, chefe de soluções avançadas do BNY Mellon.

Mike diz que a nova unidade do banco será alavancada pelo interesse e pela demanda dos clientes. E garantiu que a instituição ficará atenta às atividades regulatórias para garantir que fornecerão suporte somente aos ativos autorizados em um mercado especifico.

Ele falou também que a oferta de custódia do BNY Mellon está sendo criada com a participação de parceiros externos ligados ao mercado de criptoativos. Mesmo não revelando quais são estes parceiros, Mike afirma que nada está sendo desenvolvido do zero.

Mercado reage positivamente 

Logo após o anúncio do BNY Mellon, que foi feito pouco depois da Mastercard divulgar que irá integrar as criptomoedas em sua rede, o mercado respondeu instantaneamente, levando o bitcoin a bater um novo recorde, acima de U$$48 mil.

Nas exchanges brasileiras, o bitcoin também bateu o preço mais alto de todos os tempos, cotado acima de 258 mil reais nas plataformas de negociação brasileiras. 

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Paulo Amorim
Paulo Henrique Oliveira, formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo, atua como do redator do portal FDR produzindo matérias sobre economia em geral e também como repórter do site Aparato do Entretenimento cobrindo o mundo da TV e das artes.
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