CVC investe em voos fretados para nova temporada do verão e volta do turismo

Pandemia do novo coronavírus modifica mercado de turismo e novos serviços são vistos como solução para driblar a crise. Com as viagens internacionais reduzidas ou praticamente paralisadas, a CVC precisou se reinventar para garantir sua receita. Dessa forma, a marca anunciou que, para o verão de 2021, estará fechando pacotes com empresas aéreas para ter aviões fretados em voos regionais. De acordo com a empresa, a decisão foi vista como uma forma segura de estimular o retorno do setor.   

CVC investe em voos fretados para nova temporada do verão e volta do turismo (Fotos: Zaca Oliveira/PMG)
CVC investe em voos fretados para nova temporada do verão e volta do turismo (Fotos: Zaca Oliveira/PMG)

Desde o mês de março, o mercado do turismo vem sofrendo fortemente com a pandemia do novo coronavírus. Mediante o cenário de tensão sob o risco de contágio da doença, a grande maioria dos serviços de viagem foram interrompidos.

Querendo dar início a sua fase de recuperação, a CVC está elaborando novas estratégias e entre elas já garantiu o contrato com 25 aviões para fazer voos exclusivos.  

As viagens acontecerão apenas dentro do país e deverão sair de 10 hubs espalhados por todo o território nacional. Entre os principais destinos solicitados, está Jericoacoara, Maceió, Natal, considerados de baixo risco por serem áreas litorâneas.

Os voos deverão ocorrer entre os dias 20 de dezembro deste ano e 31 de janeiro do ano que vem e ficarão inclusos em pacotes exclusivos da rede.  

Viagens completas  

A ideia da CVC é proporcionar mais do que o translado e sim a experiência completa dos clientes. Além de garantir o voo exclusivo pela marca, reforçando as questões de segurança, a empresa também está fechando contrato com hotéis e demais espaços de hospedagem para receber os clientes.  

Pacotes de passeios também deverão ser inclusos, juntamente com o translado dentro da cidade turística. De acordo com Leonel Andrade, presidente da CVC, o novo serviço funcionará como uma espécie de parceria com as companhias aéreas e demais serviços. A ideia é estimular esse mercado como um todo para que possa assim começar a se recompor.  

No que diz respeito as viagens internacionais o cenário ainda segue instável e a marca acredita que só poderá fazer projeções para o segundo semestre de 2021. Por enquanto, a principal aposta é na regionalidade tendo em vista que os brasileiros se sentem mais seguros e obtém recursos mais fáceis para esse tipo de serviço.  

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Eduarda Andrade
Maria Eduarda Andrade é mestranda em ciências da linguagem na Universidade Católica de Pernambuco, formada em Jornalismo pela mesma instituição. Enquanto pesquisadora, atua na área de políticas públicas, economia criativa e linguística, com foco na Análise Crítica do Discurso. No mercado de trabalho, passou por veículo impresso, sendo repórter do Diario de Pernambuco, além de assessorar marcas nacionais como Devassa, Heineken, Algar Telecom e o Grupo Pão de Açúcar. Atualmente, dedica-se à redação do portal FDR, onde já acumula anos de experiência e pesquisas sobre economia popular e direitos sociais.