A Bolsa Alimentação é um benefício pago aos alunos das escolas públicas e creches do Distrito Federal. O dinheiro é repassado por meio do cartão Material Escolar, e segundo o governo do DF, até o final desta semana a nova parcela deve estar liberada para as compras. 

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Governo do DF garante pagamento do Bolsa Alimentação até o fim dessa semana
Governo do DF garante pagamento do Bolsa Alimentação até o fim dessa semana (Foto: Google)
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Ao todo, são 128 mil crianças e estudantes que poderão receber o benefício do governo.

O benefício foi criado para dar assistência alimentar e nutricional neste período em que as aulas presenciais estão suspensas por conta da pandemia causada pelo novo coronavírus. 

A quantia seria paga pelo período de três meses, porém, o governo prorrogou o pagamento do auxílio para as famílias. 

Por conta disso, o contrato precisou ser renovado em um novo processo com o Banco de Brasília (BRB), para adaptar o novo calendário. 

O secretário da educação da Capital, Leandro Cruz, explicou que “Para não ocorrer interrupção no auxílio, o novo contrato prevê a cobertura das bolsas até o fim do ano letivo, se necessário, devido à pandemia”, disse. A recarga com BRB está garantida até o final deste ano.

As escolas públicas somam cerca de 106 mil estudantes de 70 mil famílias. No mês de julho, o programa teve como referência 23 dias úteis, pagando cerca de R$3,98 por refeição.

Valor do Bolsa Alimentação

Caso o estudante esteja matriculo em uma escola em que a alimentação era fornecida uma única vez por dia na escola, o valor pago de Bolsa Alimentação será de R$91,54.

Já se a criança recebia duas refeições diárias enquanto frequenta as aulas, o valor do crédito no cartão passa para R$183,08.

O pagamento realizado nos meses de junho e julho também serão realizados até o final de semana. Cada uma das 21 mil famílias, das 22.436 crianças vão receber R$300.

O valor pago mensalmente é de R$150 para as crianças de 0 a 5 anos. O gasto é feito de forma proporcional à alimentação, que está incluída nos R$ 803,57 por aluno que são transferidos todos os meses às conveniadas da Secretaria de Educação.

Aconteceu uma redução nos contratos com as creches, enquanto o atendimento presencial estiver suspenso.

Os cartões podem ser usados para fazer compra de alimentos em supermercados, mercados, mercadinhos de bairros, restaurantes e padarias.

A ideia é que os alunos não fique sem merenda durante a suspensão das aulas. Já que a comida oferecida na escola, muita das vezes, era a principal refeição dessas crianças.

Jheniffer Aparecida Corrêa Freitas é formada em Jornalismo pela Universidade de Mogi das Cruzes. Atuou como assessora de imprensa da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo e da Secretarial Estadual da Saúde de São Paulo. Atualmente, é redatora do portal FDR, produzindo pautas sobre economia popular e finanças.