Comércios voltam a funcionar nos grandes centros seguindo ESTA lista de regras

Reabertura dos comércios e de shoppings faz com que os consumidores e vendedores reformulem seus atendimentos. Nos últimos dias, diversos centros de compras tiveram as portas reabertas devido ao afrouxamento do isolamento social. O “novo normal” mencionado por especialistas, está sendo aplicado em milhares de lojas, que precisam readaptar seus serviços para poder manter as vendas. Agora, há uma série de critérios de higiene e segurança que precisarão ser seguidos.  

Comércios voltam a funcionar nos grandes centros seguindo ESTA lista de regras (Imagem: Reprodução - Google)
Comércios voltam a funcionar nos grandes centros seguindo ESTA lista de regras (Imagem: Reprodução – Google)

Shoppings, lojas do comércio, entre outros estabelecimentos, passaram a incluir uma lista de obrigações além da organização de seus mostruários e treinamento dos vendedores.

Antes de abrirem suas portas, eles precisam: higienizar todo o espaço; ofertar máscaras e luvas para os funcionários; explicar aos clientes que os provadores estão fechados por tempo indeterminado; no caso das marcas de sapato, estão oferecendo meias descartáveis; suspensão do consumo de alimentos dentro do local; luvas para quem for provar anel ou relógio; entre outras coisas.  

Balanço geral sobre a reabertura dos comércios 

De acordo com a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), atualmente mais de 283 shoppings voltaram a funcionar em cerca de 123 cidades espalhadas pelo país. O número representa uma queda significativa da quarentena, justificado sob a necessidade de manter a circulação econômica em andamento.  

Marcas multinacionais, como a Renner e a Riachuelo, por exemplo, tiveram algumas mudanças de comportamento. Ao entrar nas lojas, os clientes precisam passar por um espaço de limpeza, onde são desinfectados antes de poderem tocar nos produtos. Além disso, os corredores apresentam cartazes e mais informes, por meio de um sistema de som, para solicitar a utilização do álcool em gel a cada troca de peça.  

“As roupas recolhidas na loja permanecem em uma espécie de quarentena de até 5 dias antes de retornarem para as araras e a loja está sendo higienizada de hora em hora”, informou a Riachuelo. 

No caso de devolução para reajustes, o prazo também foi prolongado. “As peças que retornam para as lojas são colocadas em quarentena, sendo armazenadas em uma caixa por 72 horas. Após este período, são higienizadas antes de voltarem para a área de vendas”, informou a Renner. 

Mesmo com todos os cuidados, as marcas admitem estarem cientes de que o número de venda será reduzido, tendo em vista que a diminuição do fluxo de pessoas ainda permanecerá.  

“Vendas através das mídias sociais, iniciativas como drive-thru e delivery com certeza serão uma realidade daqui pra frente, já que espera-se uma redução no fluxo das lojas por conta da pandemia”, explicou Lucilene Rezende Scurato, diretora de Recursos Humanos do grupo Inbrands, dono de marcas como Ellus, Richards e VR. 

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Eduarda Andrade
Maria Eduarda Andrade é mestranda em ciências da linguagem na Universidade Católica de Pernambuco, formada em Jornalismo pela mesma instituição. Enquanto pesquisadora, atua na área de políticas públicas, economia criativa e linguística, com foco na Análise Crítica do Discurso. No mercado de trabalho, passou por veículo impresso, sendo repórter do Diario de Pernambuco, além de assessorar marcas nacionais como Devassa, Heineken, Algar Telecom e o Grupo Pão de Açúcar. Atualmente, dedica-se à redação do portal FDR, onde já acumula anos de experiência e pesquisas sobre economia popular e direitos sociais.