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Lula sanciona lei que permite taxar profissionais de multimídia em 2026? Entenda aqui

Por Moysés Batista
13/01/2026
Profissional de multimídia trabalhando em frente ao PC

Imagem: Geração/FDR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 15.325/2026, que formaliza a profissão de multimídia no Brasil.

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No entanto, a ideia de que a lei autoriza taxar profissionais de multimídia especificamente é incorreta.

Neste artigo, explicamos o que a legislação realmente faz e como isso pode afetar quem atua no setor digital.

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O que a lei regulamenta em torno da profissão de muktimídia?

A nova lei define o profissional de multimídia como aquele com formação técnica ou superior que atua em atividades diversas no ambiente digital.

Assim, entre as funções previstas, estão:

  • criação, edição e produção de conteúdos digitais;

  • captação e tratamento de imagens, vídeos e sons;

  • desenvolvimento de interfaces, animações, sites e jogos;

  • gestão de conteúdos em plataformas digitais.

A norma, portanto, cria um referencial jurídico para a ocupação, reconhecendo sua importância no mercado de trabalho e assegurando condições para sua atuação formal no Brasil.

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A lei cria novos tributos?

Não. A Lei 15.325/2026 não institui nenhum imposto, taxa ou cobrança exclusiva para profissionais de multimídia.

O que ocorre é que, ao regulamentar a profissão, ela facilita a formalização de contratos de trabalho ou de prestação de serviços. Com isso, os profissionais podem passar a recolher tributos e contribuições, mas dentro das regras fiscais já existentes no país, como:

  • contribuições previdenciárias (INSS);

  • impostos aplicáveis a autônomos e empresas (como MEI, Simples Nacional etc.).

Ou seja, não há uma nova “taxa para multimídia” criada por essa lei — e sim a possibilidade de enquadramento legal dentro do sistema tributário já vigente.

Por que regulamentar a profissão agora?

O setor digital cresceu de forma acelerada nos últimos anos, com trabalhadores atuando em funções que antes não tinham definição legal clara.

A lei, contudo, tem como objetivos:

  • dar segurança jurídica a quem produz e gerencia conteúdos digitais;

  • organizar profissionalmente atribuições e competências;

  • facilitar a formalização e o acesso a direitos trabalhistas e previdenciários.

Com isso, o Estado busca acompanhar as transformações do mercado de trabalho ligadas à economia digital.

Críticas e debates em andamento

Especialistas levantam importantes questões sobre a regulamentação:

  • pode haver sobreposição de funções com profissões já regulamentadas, como jornalismo e comunicação;

  • são necessários critérios mais claros sobre formação e escopo de atuação;

  • o impacto prático da lei depende de regulamentações futuras e interpretação judicial.

Esses debates continuam em fóruns profissionais, conselhos de classe e no próprio setor produtivo.

O que muda na prática para o profissional de multimídia?

  • ✔️ Profissionais de multimídia passam a ter status legal reconhecido.
  • ✔️ Há um referencial jurídico para contratos e carreiras.
  • ✔️ Não existe imposto novo ou específico para trabalhadores de multimídia.
  • ✔️ Formalização pode facilitar acesso a direitos e contribuições dentro das regras já vigentes.

A Lei nº 15.325/2026 regulamenta formalmente a profissão de multimídia, mas não cria tributos exclusivos para esses profissionais. Assim, o que ela faz é estabelecer um marco legal que pode favorecer a formalização e o reconhecimento no mercado de trabalho digital.

Quer um guia prático para freelancers e criadores de conteúdo entenderem como se formalizar e pagar menos impostos legalmente? Posso escrever na sequência!

Moysés Batista

Moysés é Bacharel em Letras pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Além de ter entregue mais de 10 mil artigos em SEO nos últimos anos, tem se especializado na produção de conteúdo sobre benefícios sociais, crédito e notícias nacionais.

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