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Câmara aprova projeto que criminaliza uso de veículo com tração animal

Por Moysés Batista
13/01/2026
Um cavalo carrega uma carroça antes da aprovação da nova lei na Câmara

Imagem: Geração/FDR

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que torna crime o uso de veículos com tração animal quando houver dano físico aos animais. Com isso, o texto amplia a proteção legal prevista na legislação ambiental e reacende debates sobre bem-estar animal, costumes regionais e impacto social da medida.

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Ao mesmo tempo, a proposta estabelece exceções e define critérios objetivos para a caracterização do crime, buscando equilibrar proteção jurídica e realidade econômica.

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O que prevê o projeto

O projeto altera diretamente a Lei nº 9.605/1998, conhecida como Lei de Crimes Ambientais. A partir da mudança, quem utilizar animais para puxar veículos ou transportar cargas em condições que provoquem lesões ou sofrimento físico poderá responder criminalmente.

Além disso, o texto fixa pena de 1 a 4 anos de reclusão, somada à aplicação de multa. Dessa forma, o Congresso sinaliza um endurecimento relevante contra práticas consideradas abusivas.

Segundo os autores da proposta, a medida busca reduzir casos recorrentes de maus-tratos registrados principalmente em áreas urbana.

São casos em que animais acabam submetidos a jornadas longas, excesso de peso e falta de cuidados veterinários.

Exceções previstas no texto

Por outro lado, o relator incluiu exceções para evitar impactos imediatos sobre atividades tradicionais e essenciais.

Assim, o projeto não proíbe automaticamente toda forma de uso de animais, desde que não haja dano físico.

Entre as exceções, o texto permite:

  • atividades de lazer e esportes equestres, como hipismo e equoterapia;

  • uso por forças de segurança, em patrulhamento montado;

  • atuação na agricultura familiar de subsistência, desde que respeitadas boas práticas de manejo.

Com isso, o projeto tenta diferenciar maus-tratos de usos controlados e regulamentados.

Proteção ampliada para espetáculos

Além da tração animal, o texto também proíbe o uso de animais em circos e espetáculos semelhantes, inclusive em transmissões digitais. Nesse caso, a pena sobe para 2 a 5 anos de prisão, com agravamento se ocorrer morte do animal.

Consequentemente, a proposta passa a abranger não apenas transporte, mas também entretenimento envolvendo exploração animal.

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Próximos passos no Congresso

Agora, o projeto segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Depois disso, irá ao Plenário da Câmara e, se aprovado, ao Senado Federal.

Portanto, o texto ainda pode sofrer ajustes antes de virar lei.

Em síntese, a proposta representa um avanço na legislação de proteção animal, ao estabelecer limites claros para o uso de tração animal.

O tema deve continuar gerando debates intensos, ainda mais entre defensores do bem-estar animal e trabalhadores que dependem dessa atividade para sobreviver.

Moysés Batista

Moysés é Bacharel em Letras pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Além de ter entregue mais de 10 mil artigos em SEO nos últimos anos, tem se especializado na produção de conteúdo sobre benefícios sociais, crédito e notícias nacionais.

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