Com o fim da edição da América do Norte, os olhos dos torcedores apaixonados por futebol já começam a se voltar para a Copa do Mundo de 2030.
O próximo torneio será histórico: pela primeira vez acontecerá em três continentes ao mesmo tempo.
Os países-sede principais serão Portugal, Espanha e Marrocos, com jogos comemorativos marcados para o Uruguai, Paraguai e Argentina.
Com uma logística inédita e multiplicidade de destinos e moedas, como o Euro e o Dirham marroquino, o sonho de acompanhar o torneio das arquibancadas exigirá um planejamento financeiro robusto.
Uma simulação realizada pela Nomad, fintech pioneira em soluções financeiras globais para brasileiros, mostra que a antecedência é o maior trunfo do torcedor para não pesar no bolso.
Copa do Mundo de 2030: o tempo é o melhor amigo do seu bolso
O histórico de grandes eventos esportivos comprova que os preços de passagens aéreas, hospedagens e ingressos tendem a subir exponencialmente conforme a data se aproxima.
Em 2026, quem deixou para organizar a viagem na última hora pagou bem mais caro do que quem se planejou com antecedência.
Embora a federação organizadora ainda não tenha divulgado a tabela de preços dos ingressos para 2030, a fase de grupos da edição recém-encerrada teve bilhetes variando de US$ 60 a US$ 620 por jogo.
Para mostrar na prática o impacto da preparação antecipada, a Nomad utilizou sua ferramenta gratuita, a Calculadora Investir para Viajar, em uma simulação ilustrativa com o objetivo de acumular R$ 60 mil até junho de 2030, considerando um rendimento hipotético de 1% ao mês:
Começando agora (julho de 2026): o viajante precisa separar e investir cerca de R$ 980 por mês.
- Esperando até 2029 para começar: o valor mensal salta para quase R$ 5.000 por mês para atingir o mesmo objetivo no tempo limite.
- O fator tempo: iniciar o planejamento com quatro anos de antecedência representa um esforço mensal cerca de 80% menor para o orçamento.
“O grande segredo das viagens para eventos globais dessa magnitude não é apenas quanto você guarda, mas saber o quanto realmente precisa e, principalmente, quando você começa a guardar “, avalia Bruno Guarnieri, CRO da Nomad.
“Quando o torcedor começa a se planejar quatro anos antes, ele transforma o tempo e os juros compostos em seus maiores aliados. Além de diluir o impacto no orçamento mensal, dolarizar ou investir esse patrimônio progressivamente protege o viajante contra as flutuações cambiais até 2030.”
Sobre a Nomad
Fundada em novembro de 2020, a Nomad foi pioneira em oferecer aos residentes no Brasil uma conta bancária nos EUA e, atualmente, é um dos maiores players do mercado no que tange soluções completas para a vida financeira global dos brasileiros.
Com a fintech, os clientes podem construir seu patrimônio financeiro em dólar, além de realizar transferências internacionais e compras no exterior.
O cartão Nomad é aceito globalmente para operações presenciais e virtuais, além de permitir saques em caixas eletrônicos (ATMs).
Por meio da plataforma de investimentos, a fintech concede acesso às principais bolsas americanas para a realização de aplicações em ações, ETFs, REITs, Bonds e títulos de renda fixa em dólar para quem busca ‘dolarizar’ o patrimônio como forma de diversificação e, consequentemente, mais proteção.
Os serviços de investimento oferecidos pela Nomad são intermediados pela corretora local Global Investment Services DTVM Ltda.
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