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Brasileiros terão de pagar mais por este tipo de veículo a partir de 2026

Brasileiros terão de pagar mais por este tipo de veículo a partir de 2026

Comprar carro elétrico importado será mais caro em julho (Imagem: Divulgação / BYD)

A partir de julho de 2026, comprar veículos elétricos e híbridos importados no Brasil se tornará significativamente mais caro.

O governo federal confirmou que entrará em vigor a última etapa do cronograma de recomposição do imposto de importação, estabelecendo uma alíquota única de 35% para todos esses modelos vindos do exterior.

Esta mudança encerra um período de transição que visava estimular a chegada de montadoras e a instalação de unidades produtivas no país.

Atualmente, as alíquotas variam: 30% para híbridos convencionais, 28% para híbridos plug-in e 25% para elétricos. Com a nova regra, todos pagarão os mesmos 35%.

Fabricantes aceleraram o desembarque de veículos antes do fim das isenções, previsto para 30 de junho. O sistema de cotas com benefícios tributários também será encerrado.

Empresas como a BYD e a Geely intensificaram suas operações logísticas para trazer milhares de automóveis ao país.

O aumento dos impostos tem como objetivo incentivar a nacionalização da produção. A política de transição, iniciada em 2024 com impostos reduzidos, buscava impulsionar projetos industriais locais.

Fabricantes como BYD e GWM lideram essa estratégia, com planos de produção local.

A fábrica da BYD na Bahia é um dos principais investimentos em andamento, e outras empresas como Leapmotor, Geely e General Motors também estudam ampliar a fabricação no Brasil.

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Especialistas preveem que o impacto nos preços pode variar. Modelos com produção parcial no Brasil, como o BYD Dolphin Mini, tendem a sofrer menor pressão.

Já marcas mais dependentes de importações podem sentir os efeitos de forma mais intensa.

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