Vazamento de 46 mil chaves Pix dos brasileiros dará direito à indenização? Entenda

Banco Central anunciou o vazamento de 46 mil chaves Pix de brasileiros. Dados são sigilosos e podem causar muitos transtornos para a população. Entenda melhor a situação e seus possíveis desdobramentos.

Vazamento de 46 mil chaves Pix dos brasileiros dará direito à indenização? Entenda (Imagem: FDR)

Ao todo 46.093 chaves Pix dos brasileiros foram vazadas, a informação foi confirmada pelo Banco Central na última segunda-feira, 19. Esse é o sexto vazamento de dados que acontece no sistema desde o seu lançamento em 2020. Segundo o BC a informação foi divulgada pelo compromisso do banco com a transparência.

Chaves Pix vazadas

  • O BC informou que os dados são de clientes da Fidúcia Sociedade de Crédito ao Microempreendedor e à Empresa de Pequeno Porte Limitada (Fidúcia).
  • De acordo com o banco o impacto é pequeno para os clientes.
  • Isso porque os dados que foram vazados não afetam movimentações bancárias, saldos, senhas e extratos não foram alvos do vazamento.
  • Os clientes devem ser informados pela sua agência ou pelo aplicativo do banco em que possuem contas.
  • Segundo o BC não significa necessariamente que as informações foram vazadas, mas, que elas ficaram visíveis durante um tempo e que pode ter sido capturadas por terceiros.
  • Os dados acabaram ficando visíveis por falhas pontuais no sistema do Banco Central.
  • O Banco Central ainda ressaltou que os clientes devem desconsiderar  chamadas telefônicas, SMS e avisos por aplicativos de mensagens e por e-mail.
  • Ainda não há informações sobre o impacto do vazamento, portanto é cedo falar em indenizações.

Por outro lado, quem teve os dados do Auxílio Brasil vazados pode aderir a ação e solicitar a indenização. Nossa colunista Laura Alvarenga te explica, veja.

O Banco Central informou que já adotou as ações necessárias para a investigação do caso.

“O BC informa que foram adotadas as ações necessárias para a apuração detalhada do caso e serão aplicadas as medidas sancionadoras previstas na regulação vigente”, informou o Banco Central.

 

Jamille Novaes
Baiana, formada em Letras Vernáculas pela UESB, pós-graduada em Gestão da Educação pela Uninassau. Apaixonada por produção textual, já trabalhou como corretora de redação, professora de língua portuguesa e literatura. Atualmente se dedica ao FDR e a sua segunda graduação.