Pagando empréstimo do INSS? Veja como RENEGOCIAR e baixar juros para máximo 1,72% o mês

Relatório aponta que dois a cada dez contratos de empréstimo consignado do INSS estão com juros altos. Redução recente da taxa de juros pode beneficiar os segurados na hora da renegociação.

Pagando empréstimo do INSS? Veja como RENEGOCIAR e baixar juros para máximo 1,72% o mês (Imagem: FDR)

O empréstimo consignado do INSS é uma das modalidades mais usadas pelos brasileiros. Afinal, a maior parte dos bancos oferece essa forma de empréstimo. Um dos motivos é a garantia de recebimento das parcelas, pois, elas são descontadas diretamente da folha de pagamento.

No entanto, muitos contratos estão com juros altos, o que pode pesar no bolso de aposentados e pensionistas. O último Relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) apontou que 2 a cada 10 contratos estão com taxas acima do teto atual.

No mês de janeiro o INSS anunciou a redução da taxa de juros do consignado, nossa colunista Laura Alvarenga te explica melhor, veja.

Como renegociar os juros do empréstimo consignado do INSS?

  • O primeiro passo é acessar o Meu INSS e conferir a taxa que está sendo cobrada.
  • Feito isso, se você perceber que ela é acima do limite de 1,72% ao mês é hora de entrar em contato com o banco responsável.
  • Nesse momento existem duas alternativas: ir até uma agência bancária ou utilizar os canais de comunicação oficiais.
  • Nesse momento se tiver dificuldades, procure a ajuda de um parente próximo.

Antes de fazer a renegociação é importante observar alguns pontos:

  • Valor total da dívida;
  • Condições de renegociação, aqui uma ajuda pode ser necessária;
  • Atenção às condições de pagamento, a nova parcela deve caber no seu bolso e não se tornar mais um problema;
  • Se a negociação não evoluir, faça a transferência do débito para outro banco, a chamada portabilidade de dívidas. 

Nesse caso o ideal é que o segurado confira a taxa de juros cobrada por casa banco, veja como.

 

Jamille Novaes
Baiana, formada em Letras Vernáculas pela UESB, pós-graduada em Gestão da Educação pela Uninassau. Apaixonada por produção textual, já trabalhou como corretora de redação, professora de língua portuguesa e literatura. Atualmente se dedica ao FDR e a sua segunda graduação.