13º salário CANCELADO? Entenda a polêmica envolvendo o INSS

Para os trabalhadores os valores do 13º salário devem ser depositados até o dia 20 de dezembro. Aposentados e pensionistas do INSS não vão receber o décimo nesse final de ano. Entenda o porquê dessa mudança.

13º salário CANCELADO? Entenda a polêmica envolvendo o INSS
13º salário CANCELADO? Entenda a polêmica envolvendo o INSS (Imagem: FDR)

O final do ano é a época que mais movimenta a economia brasileira. Além das festas de Natal e Ano Novo, Black Friday, acontece o pagamento do 13º salário. No entanto, para os aposentados e pensionistas do INSS isso não vai acontecer.

O abono é pago, geralmente, no segundo semestre de cada ano, entre os meses de agosto e novembro. Sendo que pode ser pago em duas parcelas ou em parcela única até 20 de dezembro.

INSS não vai pagar 13º salário

A notícia ruim para os aposentados e pensionistas é que eles não receberão esse valor extra nesse final de ano, entenda o porquê:

  • O INSS já fez a antecipação do décimo terceiro salário;
  • Os valores foram pagos em duas parcelas, uma em maio e outra em junho;
  • Foram destinados R$ 62,7 bilhões para os pagamentos;
  • Os 32,5 milhões de beneficiários do INSS já receberam os depósitos das duas parcelas;
  • Com isso, não há mais valores, além dos benefícios, a serem pagos nesse ano pelo Instituto Nacional do Seguro Social.

Quem pode receber o 13º salário?

O abono salarial é pago anualmente para às seguintes pessoas:

  • Trabalhador rural, urbano, avulso, doméstico;
  • Aposentados e pensionistas do INSS;
  • Empregados demitidos por justa causa, se a demissão aconteceu após o pagamento da primeira parcela;
  • Empregados afastados, nesse caso a empresa paga metade do valor proporcional ao tempo de trabalho do ano vigente e o INSS a outra metade;
  • Trabalhadores afastados por causa de algum acidente, o valor pago é proporcional ao período trabalhado.

Para saber mais sobre a antecipação do abono salarial, acesse o link.

Jamille Novaes
Baiana, formada em Letras Vernáculas pela UESB, pós-graduada em Gestão da Educação pela Uninassau. Apaixonada por produção textual, já trabalhou como corretora de redação, professora de língua portuguesa e literatura. Atualmente se dedica ao FDR e a sua segunda graduação.