Mal das pernas? Uma das principais marcas brasileiras FECHA número impressionante de lojas

Uma das mais importantes lojas de eletrodomésticos do país fecha número impressionante de lojas. A varejista acumula uma dívida milionária, no entanto, seu presidente afirma que o valor não interfere no futuro da marca. Entenda melhor a situação!

Mal das pernas? Uma das principais marcas brasileiras FECHA número impressionante de lojas
Mal das pernas? Uma das principais marcas brasileiras FECHA número impressionante de lojas (Imagem: FDR)

Provavelmente enquanto você assistia televisão acabou passando por um comercial da Polishop. A empresa é brasileira, atua com vendas virtuais e possui diversas lojas físicas pelo país. A varejista não está muito ‘bem das penas’ e passa por um processo de reestruturação, que resultou no fechamento de lojas.

A marca Polishop ainda é dona de centros de distribuição, fábrica em Manaus (AM) e seis canais de TV.

Fechamento de lojas Polishop

Em janeiro desse ano a Polishop tinha mais de 3 mil funcionários e 280 lojas nos principais shoppings do País, além de quiosques; agora, esse número caiu para 122 unidades e 1,5 mil empregados.

Os números são resultado do fechamento de 100 lojas físicas. Em entrevista ao Estadão, João Apolinário, fundador e presidente da Polishop afirmou que evitou ao máximo as demissões, mas, que elas foram necessárias por causa das dificuldades enfrentadas no varejo.

Como parte do processo de reestruturação, Apolinário teve que injetar capital (dinheiro) na empresa, o valor não foi informado. A companhia pretende passar de 20% para 50% a quantidade de produtos próprios e fazer lançamentos em breve.

Além das dificuldades encontradas no varejo, a empresa também é alvo de 30 processos no Tribunal de Justiça de São Paulo movidos por falta de pagamento de aluguéis; as ações somam mais de R$ 9 milhões.

“A dívida é baixa. Nosso endividamento atual é baixo. Essa dívida não foi resolvida por falta de acordo, e não por falta de dinheiro. Fechamos cento e tantas lojas e não vemos processos trabalhistas, gente reclamando que não recebeu. Esses processos de aluguéis são casos pontuais. A dívida não compromete a saúde financeira da empresa”, afirmou Apolinário.

João ainda afirmou que uma das estratégias da empresa é lançar uma rede de franquia.

No entanto, está estruturando o negócio para ser testado primeiro pela própria empresa e só depois comercializado.

Jamille Novaes
Baiana, formada em Letras Vernáculas pela UESB, pós-graduada em Gestão da Educação pela Uninassau. Apaixonada por produção textual, já trabalhou como corretora de redação, professora de língua portuguesa e literatura. Atualmente se dedica ao FDR e a sua segunda graduação.
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