Uma das principais lojas de SP fecha as portas e entristece população

Uma crise financeira atingiu uma das principais lojas de SP que acaba de fechar as portas, unidade era conhecida não apenas pelos produtos, mas, também pela estrutura. Empresa enfrenta um processo judicial e falência já foi decretada em fevereiro desse ano.

Uma das principais lojas de SP fecha as portas e entristece população
Uma das principais lojas de SP fecha as portas e entristece população (Imagem FDR)

Uma das principais lojas de SP acaba de ser fechada após meses de batalha judicial e uma determinação de despejo.

Parece que a crise na Livraria Cultura realmente não pode ser revertida, o que entristece bastante os clientes que não são apenas os paulistas.

Até então a empresa operava através de uma liminar, que acabou sendo derrubada pela Justiça de São Paulo.

Com isso, a uma das principais lojas de SP, a unidade da Avenida Paulista, encerrou suas atividades.

Para o juiz Franco de Godoi, o plano de recuperação não está sendo cumprido o que inviabiliza a continuidade das atividades.

“O comportamento das Recuperandas nestes autos tem demonstrado muito o contrário: em verdade, em diversos momentos, beira o descaso para com o procedimento recuperacional e para com o Juízo, que deu diversas oportunidades para suas manifestações, mas sem a vinda de conteúdo materialmente útil à comprovação do cumprimento do plano”, afirma um trecho da decisão.

Falência da Livraria Cultura

Aparentemente o fôlego de uma das principais lojas de SP realmente acabou,.

O processo de recuperação judicial vivido pela Livraria Cultura acontece desde 2018; a dívida acumulada tem o valor de R$ 285,4 milhões.

A empresa já chegou à marca de 13 unidades no Brasil, mas, atualmente tem apenas uma loja física em Porto Alegre (RS), e segue com suas operações virtuais; por sinal, há uma grande expectativa de que a empresa consiga manter o seu site em funcionamento.

Entre os clientes que lamentam o fechamento da unidade está o deputado estadual de São Paulo Eduardo Suplicy que era frequentador assíduo da unidade.

“Acho uma tristeza que esteja fechada, frequento aqui há décadas, fiz lançamentos de livros meus aqui e vinha sempre passear. Torço muito para haver um bom entendimento entre todas as partes para que ela continue proporcionando tantas alegrias”, disse Suplicy.

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Jamille Novaes
Baiana, formada em Letras Vernáculas pela UESB, pós-graduada em Gestão da Educação pela Uninassau. Apaixonada por produção textual, já trabalhou como corretora de redação, professora de língua portuguesa e literatura. Atualmente se dedica ao FDR e a sua segunda graduação.