A crise financeira causada pela pandemia de COVID-19 e a alta inflação levaram muitos brasileiros à inadimplência. Diante disso, muitos buscam empréstimo para quitar os débitos. Especialistas explicam quando essa ação é positiva.
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Segundo a plataforma FinanZero, no primeiro semestre deste ano 8 milhões de solicitações de empréstimo foram feitas no Brasil. Esse número representa um aumento de 82% em relação ao mesmo período de 2021.
Esse crescimento é resultado da situação financeira dos brasileiros. Assim, os que possuem débitos buscam por linhas de crédito para quitar as dívidas. O intuito seria conseguir a estabilidade nas finanças domésticas.
Especialistas acreditam que buscar pagar as dívidas por meio de empréstimo bancário pode ser uma boa alternativa. Porém, para isso é necessário verificar os juros cobrados pelos bancos e comparar com as multas e juros por atrasado no débitos.
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Quando vale a pena pegar um empréstimo?
O empréstimo tem como intuito ajudar o consumidor em uma emergência. Assim, diante de dívidas com altos juros e multas pode ser que o crédito seja uma melhor escolha. Porém, antes de contratar é preciso fazer a comparação de preços.
“Infelizmente, vivemos tempos difíceis de altos preços e restrições financeiras. Na minha opinião, adquirir um empréstimo bancário pode sim ser uma boa solução para quitar as dívidas, desde que não prejudique ainda mais as finanças pessoais do brasileiro”, explica Olle Widén, CEO da FinanZero.
Assim, o consumidor deve buscar pelas taxas mais baixas e melhores condições de pagamento. De acordo com FinanZero, fintech pioneira no mercado de crédito brasileiro, os juros podem variar de 0,75% até 15% ao mês.
“Ao comparar as ofertas de empréstimo, o indivíduo garante que está adquirindo a melhor opção, dentre as disponíveis para ele. Assim, poderá comparar também com o valor atual de sua dívida e tomar a decisão sobre a contratação ou não do crédito.”, explica Olle.
O especialista alerta que antes de decidir pela contratação de crédito deve entrar em contato com a instituição financeira e tentar a renegociação. É comum ser oferecido condições especiais de pagamento, com descontos e parcelamentos.
“Pedir um empréstimo para quitar dívidas só valerá a pena se os juros cobrados forem menores que a dívida atual, permitindo que as novas condições de pagamento caibam no seu bolso”, conclui Widén.
