Veja o que fazer se não conseguir reunir as documentações do Imposto de Renda

Documentação perdida pode ser entregue com atraso no Imposto de Renda. Se encerra no próximo dia 31 o prazo para enviar as declarações do IRPF. Aqueles que deixaram para fazer de ultima hora devem ficar atentos. Falando algum comprovante financeiro ou familiar, é possível adicionar posteriormente por meio da declaração retificadora. Entenda.

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Veja o que fazer se não conseguir reunir as documentações do Imposto de Renda (Imagem: FDR)
Veja o que fazer se não conseguir reunir as documentações do Imposto de Renda (Imagem: FDR)

Declarar o Imposto de Renda requer uma série de documentos que comprovem os gatos e recebimentos do titular. Despesas pessoais, profissionais, familiares, entre outras, precisam estar devidamente registradas na contabilidade da Receita Federal.

Não consegui reunir os meus documentos, consigo declarar o IRPF?

Sim. Para quem está atrasado, recomenda-se fazer a declaração com os dados disponíveis no momento. Para isso, instale o programa da Receita Federal e passe a preencher os formulários apresentados.

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Antes de enviar, observe a função de “Declaração Retificadora” que deve ser ativada caso a Receita Federal volte com o seu primeiro informe fiscal pedindo reajustes. É válido ressaltar que esse tipo de declaração só pode ser selecionado até o dia 31. Depois você não tem o direito de editar os seus dados.

Quem não entregar a documentação dentro no prazo está sujeito ao pagamento de multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido.

Lista dos documentos solicitados na declaração do IRPF

  • Documento de identidade (nome, CPF, data de nascimento e título de eleitor);
  • Endereço completo atualizado;
  • Comprovante da atividade profissional;
  • Dados bancários, para débito ou restituição do imposto;
  • Dependentes (nome, data de nascimento e grau de parentesco).
  • Informe de rendimentos do empregador (salário) e pró-labore;
  • Informe de rendimentos de distribuição de lucros;
  • Informe de rendimentos de instituições bancárias e outras instituições financeiras;
  • Comprovante de aluguéis;
  • Comprovantes e documentos de outras rendas (pensão alimentícia, doações, herança e outros);
  • Informe de rendimento de aposentadoria e/ou pensão;
  • Recibos de pagamentos de serviços médicos, odontológicos e com fisioterapeutas;
  • Notas fiscais de despesas com hospitais, clínicas e laboratórios;
  • Comprovantes de pagamentos ou informe de rendimentos de plano ou seguro saúde em nome da pessoa física;
  • Comprovante de pagamentos de despesas com educação (escolas de ensino fundamental, médio, superior, pós-graduação ou técnico. Não são dedutíveis cursos de idiomas, cursos de extensão, livre ou cursinhos preparatórios);
  • Comprovante de pagamentos de pensão alimentícia, por decisão judicial;
  • Comprovante de pagamento da Previdência Social e/ou privada.

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Eduarda Andrade
Maria Eduarda Andrade é mestra em ciências da linguagem pela Universidade Católica de Pernambuco, formada em Jornalismo na mesma instituição. Enquanto pesquisadora, atua na área de políticas públicas, economia criativa e linguística, com foco na Análise Crítica do Discurso. No mercado de trabalho, passou por veículo impresso, sendo repórter do Diario de Pernambuco, além de assessorar marcas nacionais como Devassa, Heineken, Algar Telecom e o Grupo Pão de Açúcar. Atualmente, dedica-se à redação do portal FDR, onde já acumula anos de experiência e pesquisas sobre economia popular e direitos sociais.