Quer trabalhar no exterior? Confira o que NÃO fazer

Trabalhar no exterior é o sonho de muitos brasileiros, o desejo de vivenciar o tal “sonho americano” impulsiona muitas pessoas a deixarem suas vidas no Brasil. Consultor de Negócios e Recrutamento dá dicas para quem deseja imigrar.

Você está pensando em trabalhar no exterior e mudar de vida? Bom, os empregos fora do país são uma oportunidade de conquistar uma vivência no mercado de trabalho, além de melhorar o idioma, aumentar o networking e proporcionar uma grande experiência de outra cultura. 

Para realizar esse objetivo é preciso traçar caminhos que te levem ao sonhado emprego dos sonhos em outro país.

Dicas para trabalhar no exterior

1 – Não traduza as informações utilizando o google

O google tradutor é uma boa ferramenta para tirar dúvidas ou até mesmo usar no dia a dia,

Quando falamos de redações ou documentação para os vistos ou até itens dos processos seletivos, a tradução que esse tipo de aplicativo oferece é ao “pé da letra”.

Ou seja, não oferece um sentido geral e muito menos leva em consideração o contexto. Por isso, evite utilizar a plataforma para processos sérios.

2 – Não minta sobre o nível de inglês

Muitos recrutadores experientes em vagas que exijam inglês ou qualquer outro idioma, têm sensibilidade na hora da entrevista para saber quando o candidato não soube avaliar a própria capacidade ou tentou mesmo mentir para garantir a vaga.

Uma dica é não superestimar sua capacidade em outra língua e nem a subestimar, seja honesto com você!

3 – Não basta traduzir o currículo

O currículo internacional é diferente do brasileiro, por isso, é importante entender que para concorrer a vagas internacionais, não basta traduzir o documento de forma literal. Cada país tem suas características, por isso, a simples tradução pode ser um tiro no pé.

Para que se tenha uma ideia, na Europa é mais comum valorizar a formação acadêmica,

Mas, no Reino Unido é mais comum valorizar a experiência, enquanto nos EUA, as atividades extracurriculares e/ou trabalho voluntário são itens mandatórios para constar no documento.

Em países como Alemanha e na Holanda pede-se a inclusão de uma foto pessoal e da data de nascimento.

Se tiver dúvidas, não faça isso sozinho, a tradução exata é muito arriscada em determinadas profissões.

4 – Use a entrevista ao seu favor

Lembre-se que a entrevista é a sua oportunidade para se mostrar como pessoa, como alguém interessado e interessante. Não monte um personagem para realizar esse processo, isso só vai te afastar do seu objetivo.

Seja claro nas respostas e apresenta outra perspectiva da sua vida, algo que não foi mencionado antes, vá além do currículo!

5 – Agências especializadas em recrutamento internacional

Buscar ajuda nesse momento diminui as dores de cabeça com as possíveis complicações no processo para trabalhar em outro país.

Por isso, pesquise sobre as agências no mercado, consulte sua reputação, converse com pessoas que já usaram seus serviços, pesquise se cobram taxas, e identifique quais estão mais alinhadas com seu perfil profissional e objetivos de carreira.

Como CEO da Health Recruitment UK, posso te garantir que recorrer a empresas especializadas ou consultores especializados facilitará sua vida em todos os processos. Desde auxílio com o currículo em outra língua como já mencionei acima, até mesmo com as questões de visto, moradia, teste de inglês, documentação, entre outros.

Lá, somos focados em recrutamento de profissionais da saúde, buscando os melhores talentos para as oportunidades do setor em hospitais públicos, asilos, hospitais privados, organizações de saúde mental e no National Health Service (NHS).

Se você pertence a uma área muito específica, vale a pena buscar por uma agência especializada no seu ramo de atuação.

Para saber mais sobre vagas de emprego, vestibulares e cursos, acompanhe a editoria de Carreiras do FDR.

 

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Jamille Novaes
Jamille Pereira Novaes é graduada em Letras Vernáculas pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), pós-graduada em Gestão da Educação pelo Centro Universitário Maurício de Nassau (UNINASSAU). Como professora de Língua Portuguesa, já atuou no ensino fundamental I e II. Atualmente, trabalha como professora de Língua Portuguesa no ensino técnico e redatora da editoria de carreiras do portal FDR. Jamille utiliza sua experiência na área da educação para cobrir notícias sobre cursos, vestibulares, empregos e concursos.