Bitcoin volta a subir! Criptomoeda tem maior alta desde novembro

A moeda digital bitcoin registrou sua maior alta em mais de um mês, crescendo para mais de US$49 mil. Este foi um movimento inédito, em meio à recuperação geral da percepção de risco do mercado.

O bitcoin registrou um crescimento de 5% em seu valor e nas negociações de Nova York chegou a US$49.331. Este foi o maior aumento de um dia para o outro desde 18 de novembro. Considerando as últimas cinco semanas, a moeda digital tinha recuado quase 30% em comparação com o recorde de cerca de US$69 mil, contabilizado no início do mês passado.

A criptomoeda mais conhecida do mundo pode ter ido para o fundo do poço em um cenário de mercado de alta contínuo, refletindo o pico recente do petróleo bruto, segundo Mike McGlone, estrategista de commodities da Bloomberg Intelligence. 

Por conta de seu poder de recuperação, o bitcoin foi o principal ativo macroeconômico de destaque e o que teve o maior avanço em 20 de dezembro, disse Mike.

“O ganho futuro de 2% do Bitcoin em um dia em que o S&P 500 caía 1% solidifica a posição da criptomoeda em torno dos US$ 45.000”, falou McGlone em uma nota de pesquisa.

55% dos investidores fizeram aporte em bitcoin em 2021

Ao longo deste ano, foi crescente o interesse e a demanda por bitcoin, mesmo com a volatilidade da moeda digital. Mais de 50% dos investidores atuais passaram a investir na criptomoeda nos últimos 12 meses, de acordo com a empresa Grayscale Investments.

Através de uma pesquisa que conversou com 1.000 pessoas, cerca de um quarto delas afirmou que já tinha bitcoin. Deste total, 55% iniciaram seus investimentos em 2021.

Este resultado demostra um aumento expressivo que as criptomoedas tiveram ao longo deste ano, ao passo que os investidores colocaram seu dinheiro na classe de ativos voláteis em meio à crescente popularidade também de produtos auxiliares, como NFTs, por exemplo.

Apenas neste ano, o bitcoin cresceu quase 70% logo após uma recente queda. Em paralelo, outros tokens tiveram o valor quintuplicado, como o Ether.

Está se tornando cada vez mais difícil para os investidores ignorar o Bitcoin à medida que seu preço continua subindo”, informou a pesquisa.

Nos Estados Unidos, cerca de 80% dos entrevistados afirmaram que colocariam mais dinheiro na classe de ativos caso existisse um fundo negociado em bolsa de bitcoin, produto ainda não aprovado pelos reguladores.

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Paulo Amorim
Paulo Henrique Oliveira é formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo. Atua como redator do portal FDR, onde já cumula vasta experiência e pesquisas, produzindo matérias sobre economia, finanças e investimentos.