A disparada das criptomoedas: número de investidores brasileiros dobrou em um ano

As criptomoedas estão cada vez mais presente nos planos dos investidores brasileiros. Uma pesquisa realizada pela exchange de criptomoedas com atuação no Brasil, Crypto.com, batizada de intitulado “Brasileiros que procuram diversificar sua carteira de investimentos com criptomoedas”,mostrou que cerca de 40% dos entrevistados realizaram algum investimento em criptomoedas em 2020, ao passo que 60% não fizeram. Saiba mais.

Entre os investidores que apostaram nos ativos digitais, cerca de 54% afirmaram que comprariam moedas como bitcoin e Ethereum por conta própria. Já outros 46%, tem a intenção de colocar dinheiro em um fundo de investimentos em criptoativos. E ainda, mais de um quarto dos investidores atuais tem a intenção de investir em NFTs (tokens não fungíveis).

Também foi perguntado pela Crypto.com se os entrevistados desejavam utilizar criptomoedas em cartões de débito para compra em lojas. Entre cerca de 2.000 entrevistados, 60% deles disseram ser importante ter essa opção.

Falando em especial da “jornada cripto” dos brasileiros, a exchange perguntou sobre os planos de investimentos no futuro.

Nesta quesito, 43% afirmaram que desejam economizar em uma conta bancária convencional. Já outros 32% disseram que vão investir na Bolsa. Por fim, os interessados em adquirir criptomoedas foram 27% e os que planejam investir em um fundo cripto, 28%.

Criptomoedas

As criptomoedas são ativos da mesma forma que o real, dólar e euro, porém que circulam somente em ambiente virtual. Entre estas moedas, o bitcoin é a mais conhecida, mas existem tantos outros, como Ethereum, Litecoin e Ripple.

A base do sistema do Bitcoin é a criptografia. É isso que garante que o sistema funcione e que todas as transações sejam efetuadas de forma segura e anônima. Por conta disso os Bitcoins são chamados de criptomoedas.

Já que o bitcoin não é regulamentada por nenhuma autoridade financeira, o processamento das transações é feito pelos chamados mineradores.

Para comprar qualquer uma delas, é necessário abrir uma conta em corretoras especializadas.

A troca do dinheiro em reais ou dólares é feito através de uma corretora que liga os interessados na compra do bitcoin com quem deseja vender.

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Paulo Amorim
Paulo Henrique Oliveira é formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo. Atua como redator do portal FDR, onde já cumula vasta experiência e pesquisas, produzindo matérias sobre economia, finanças e investimentos.