Conta de luz está muito alta? Mude de tarifa e economize o quanto antes

A conta de luz está pesando no bolso de muitos brasileiros. Porém, o que muitos não sabem é que desde o ano passado, grande parte dos domicílios pode pedir a tarifa branca.

A tarifa branca é um regime de preços que pode reduzir o valor da conta de luz, a depender do tipo de consumo de cada domicilio. Ela foi criada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para trazer uma economia para os brasileiros que consomem energia fora dos horários de pico.

Esta é uma opção vantajosa para consumidores que mantem um consumo baixo de energia elétrica nos horários de ponta e intermediário. Se o consumidor perceber que sua contas ficaram mais cara após aderir a tarifa branca, ele pode retornar para a tarifa convencional.

O que é a tarifa branca?

A tarifa branca estabeleceu um preço de consumo de energia diferente a depender do horário e do dia da semana.

Nos dias úteis, foram definidas três faixas de consumo, que mudam de região para região: horário de pico, intermediário e fora do pico.

São Paulo, por exemplo, estabeleceu que o horário o pico é das 17h30 às 20h30, o intermediário das 16h30 às 17h30 e das 20h30 às 21h30, e os outros horários são considerados fora do pico. Já aos finais de semana e feriados nacionais, fica vigente o valor do horário fora de pico.

As concessionárias precisam informar seus consumidores sobre as faixas de consumo.

Quem pode aderir?

A tarifa branca passou a ficar acessível para grande parte da população no ano passado. Os consumidores podem conferir seus dados de consumo na conta de energia.

A população que paga tarifa social, não pode aderir a tarifa branca. A tarifa social é concedida para pessoas de baixa renda. As indústrias de grande porte também não podem aderir.

Vale a pena?

Isto depende do hábito de consumo de cada família. Caso ela use mais energia no período da manhã ou da tarde, a tarifa branca pode ser vantajosa.

Existem concessionarias que colocam a disposição do consumidor um simulador para que eles possam saber se é vantajoso ou não aderir.

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Paulo Amorim
Paulo Henrique Oliveira é formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo. Atua como redator do portal FDR, onde já cumula vasta experiência e pesquisas, produzindo matérias sobre economia, finanças e investimentos.