Parte do pagamento do PSG ao Messi é feito em criptomoedas

Uma parte do salário pago ao astro Lionel Messi pelo Paris Saint-Germain será de criptmoedas através de tokens de torcedores do time francês. Isto faz com que Messi seja a celebridade mais recente a se associar as moedas digitais.

Parte do pagamento do PSG ao Messi é feito em criptomoedas
Parte do pagamento do PSG ao Messi é feito em criptomoedas (Imagem Getty Images)

O atacante de 34 anos assinou um contrato de dois anos com o time francês após sair do Barcelona. O contrato que pode ser renovado para mais um ano, foi assinado na última terça, 10.

O PSG afirmou ontem, 12, que os tokens foram adicionados em seu “pacote de boas-vindas”. Segundo reportagens, o valor do pagamento é estimado entre US$29 milhões e US$35 milhões de dólares. Não foi divulgado pelo clube a proporção de tokens no pacote, porém disse que o montante é “considerável”.

Estes tokens de torcedores são uma espécie de criptomoeda que permitem que os donos tenham poder de voto em decisões essencialmente menores ligadas aos seus clubes.

Entre os clubes que lançaram tokens neste ano estão o campeão inglês Manchester City e o italiano Milan. O Barcelona, ex-time de Lionel, lançou um no ano passado.

Esta modalidade está sendo considerada pelos clubes como uma nova fonte de renda. Segundo o portal Socios.com, que propicia os tokens do PSG e de outros times de elite, eles já renderam um montante de cerca de US$200 milhões de dólares para os clubes parceiros neste ano. O Paris Saint-Germain já prevê os lucros do acordo com o astro.

Da mesma forma que acontece com o bitcoin e com outras moedas digitais, os tokens de torcedores também podem ser trocados em casas de câmbio.

Os tokens também tem em comum com outras criptomoedas a tendência de grandes variações de preço, o que faz  algumas agências reguladoras emitirem alertas sobre ele a investidores.

“Essa iniciativa posiciona ainda mais o Paris Saint-Germain como uma das marcas esportivas mais inovadoras e vanguardistas do mundo”, disse o clube, em nota.

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Paulo Amorim
Paulo Henrique Oliveira, formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo, atua como do redator do portal FDR produzindo matérias sobre economia em geral e também como repórter do site Aparato do Entretenimento cobrindo o mundo da TV e das artes.
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