Servidor público de SP que recusar vacina contra COVID-19 vai ter consequências

Governo de São Paulo anuncia retorno das atividades presenciais para servidores públicos. Nessa semana, João Doria (PSDB) informou que que os órgãos públicos do estado deverão voltar ao trabalho em suas unidades. No entanto, aqueles que se recusaram a tomar a vacina terão que se submeter a protocolos específicos.

Servidor público de SP que recusar vacina contra COVID vai ter consequências (Imagem: Agência Brasil)
Servidor público de SP que recusar vacina contra COVID vai ter consequências (Imagem: Agência Brasil)

Depois de mais de um ano trabalhando em home office, o servidor público de São Paulo será obrigado a retornar as suas atividades presenciais. O serviço tinha sido suspenso desde 15 de março de 2020, devido a pandemia do novo coronavírus.

Retorno presencial

De acordo com Doria, ao longo das próximas semanas os órgãos passaram a reabrir de forma gradativa. Serão aplicados uma série de protocolos de segurança para evitar os riscos de contaminação pela covid-19.

O gestor explicou que estarão disponíveis álcool em gel, medição de temperatura e o uso de mascará será obrigatório. Segundo ele, a ação objetiva dar exemplo em todo o país, sendo São Paulo o primeiro estado a adotar medidas de reabertura.

“De fato nós suspendemos o home office (…). Vamos voltar ao trabalho. Vamos ter uma redução acentuada do número de casos então o Governo do Estado de São Paulo está dando um exemplo para que aqui os seus servidores possam voltar ao trabalho presencial resguardadas os devidos cuidados, mas com a indicação clara da queda do número de casos, da queda de internações e de óbitos. Isso nos permite tomar essa decisão em absoluta segurança.”

Protocolo para os não vacinados

Um dos motivos pelos quais o governador retomará o serviço presencial de sua equipe é o andamento do cronograma de vacinação. Porém, aqueles que se recusaram tomar o medicamento ou ainda não foram convocados terão que passar por testagens diárias para comprovar não estar infectados.

Os que não tomaram a vacina deverão apresentar a sua testagem e entrar dentro do programa de vacinação que está acelerado até o dia 20 de agosto a todos os brasileiros que residem em São Paulo em território paulista e até mesmo os estrangeiros. [Até 20 de agosto] já terão recebido pelo menos uma dose da vacina e completaram o seu processo vacinal gradualmente. A vida está retornando à normalidade e nós estamos confiantes”, afirmou.

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Eduarda Andrade
Maria Eduarda Andrade é mestranda em ciências da linguagem na Universidade Católica de Pernambuco, formada em Jornalismo pela mesma instituição. Enquanto pesquisadora, atua na área de políticas públicas, economia criativa e linguística, com foco na Análise Crítica do Discurso. No mercado de trabalho, passou por veículo impresso, sendo repórter do Diario de Pernambuco, além de assessorar marcas nacionais como Devassa, Heineken, Algar Telecom e o Grupo Pão de Açúcar. Atualmente, dedica-se à redação do portal FDR.
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