Empréstimo pessoal tem ALTA em abril; quais bancos cobram maiores taxas de juros?

Neste mês, a taxa média do empréstimo pessoal registrou uma alta em comparação com março, de acordo com um levantamento realizado pelo Procon de São Paulo. A pesquisa também apurou as taxas do cheque especial, mas neste caso, não houve aumento. 

Empréstimo pessoal tem ALTA em abril; quais bancos cobram maiores taxas de juros?
Empréstimo pessoal tem ALTA em abril; quais bancos cobram maiores taxas de juros? (Imagem: Montagem Andrei Morais / Estadão Conteúdo / Shutterstock)

O levantamento foi realizado no dia 5 de abril e foram considerados os dados do Bradesco, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Itaú, Safra e Santander.

No empréstimo pessoal, os dados do Procon mostraram que a taxa média dos bancos consultados em abril foi de 6,10% ao mês. O que mostra uma alta de 0,02 ponto percentual em comparação com mês passado.

No Bradesco, a taxa subiu de 7,16% para 7,22%, o Itaú por sua vez, subiu de 5,91% para 5,97%. Já as demais instituições financeiras mantiveram suas taxas inalteradas.

As taxas praticadas para o cheque especial não foram alteradas pelos bancos e estão iguais as de março: 7,96% ao mês. No início de 2020, o Banco Central limitou a taxa de juros do cheque especial para pessoa física em 8% ao mês.

Bancos com taxas mais altas 

O levantamento revelou que o Santander é o banco que cobra as maiores taxas: 7,89% ao mês pelo empréstimo pessoal e 8% pelo cheque especial. 

Já a Caixa Econômica é o banco que aplica a menor taxa para o empréstimo pessoal: 3,89% ao mês.

Entre todos os bancos pesquisados, o único que pratica uma taxa menor que 8% para o cheque especial é o Banco do Brasil. Nele, a taxa cobrada é de 7,73%.

Os dados do Procon-SP se referem a taxas máximas pré-fixadas para clientes pessoa física.

Taxas cobradas ao mês

Banco Empréstimo pessoal Cheque especial
Santander 7,89% 8%
Bradesco 7,22% 8%
Itaú 5,97% 8%
Safra 5,90% 8%
Banco do Brasil 5,73% 7,73%
Caixa Econômica 3,89% 8%
Os analistas do Procon-SP orientam os consumidores para que sempre avaliem seus rendimentos e seus gastos para tentar economizar e evitar despesas dispensáveis. Eles afirmam que o controle das finanças pessoais é a melhor maneira de se livrar do endividamento.

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Paulo Amorim
Paulo Henrique Oliveira é formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo. Atua como redator do portal FDR, onde já cumula vasta experiência e pesquisas, produzindo matérias sobre economia, finanças e investimentos.