IPVA 2021: Pagar à vista ou parcelar débitos? Veja qual MELHOR escolha

O período de pagamento do IPVA 2021 está próximo e uma dúvida surge na cabeça dos contribuintes: é melhor efetuar o pagamento à vista ou parcelado? Preparamos algumas dicas para quem ainda está indeciso com essa questão.

IPVA 2021: Pagar à vista ou parcelar débitos? Veja qual MELHOR escolha (Imagem FDR)

Sempre observe os descontos oferecidos

Pagar o IPVA em parcelas ou à vista depende de vários fatores. Antes de mais nada, verifique o desconto que é ofertado em seu estado.

Caso você esteja com dinheiro sobrando e o pagamento à vista não comprometer as finanças do mês, aproveitar o desconto é uma boa oportunidade de economizar. Uma outra vantagem é não se preocupar em esquecer o pagamento das parcelas e ter que arcar com juros e multas.

Verifique as condições de pagamento do IPVA

Ao se decidir pelo pagamento parcelado, verifique as condições de pagamento. Cada estado tem autonomia para determinar o número máximo de parcelas que podem ser oferecidas. Sempre se atente ao valor de cada parcela e as datas de vencimento para não se esquecer ou atrasar.

Tenha cuidado com suas finanças

Sempre se preocupe com suas finanças para não passar aperto no mês. Caso o pagamento à vista não seja possível, não se preocupe e opte pelo parcelamento.

Myrian Lund, a planejadora financeira e professora de MBAs da FGV (Fundação Getulio Vargas) orienta que a racionalidade é a melhor amiga na hora da escolha.

A planejadora exemplifica com um IPVA no valor de R$900. “Se você for olhar do ponto de vista intuitivo, só tem R$ 27 de desconto. Quando a gente pensa no automático, parece que é muito pouco. Se eu raciocinar sempre assim, perco R$ 20 aqui, R$ 30 dali. Isso faz a diferença entre as pessoas bem-sucedidas e aqueles que não têm dinheiro sobrando no final do mês”, explica Lund.

Finalidade do IPVA

20% do valor arrecadado pelo IPVA é remetido para o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) e o restante é dividido em 50% para o estado, e a outra parte fica para o município de registro do veículo.

A quota-parte estadual compõe o orçamento do ano e, sendo assim, é direcionada para as várias áreas de atuação do estado, como a saúde, educação, segurança pública e infraestrutura.

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Paulo Amorim
Paulo Henrique Oliveira é formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo. Atua como redator do portal FDR, onde já cumula vasta experiência e pesquisas, produzindo matérias sobre economia, finanças e investimentos.