São Paulo retrocede para fase vermelha no Natal e Ano Novo; o que vai funcionar?

O retorno para a fase vermelha do Plano São Paulo pegou todos de surpresa nesta semana. A decisão foi anunciada pelo governador João Dória (PSDB) e o motivo é o novo crescimento no número de casos, mortes e internações decorrentes do coronavírus. A fase vermelha vai vigorar entre os dias 25 e 27 de dezembro e 1º a 3 de janeiro de 2021.

São Paulo retrocede para fase vermelha no Natal e Ano Novo; o que pode funcionar? (Imagem: Google)

A fase mais restritiva do plano de retomada econômica do estado de São Paulo, libera somente as atividades consideradas essenciais. Na prática, somente os supermercados, farmácias, e clínicas médicas podem funcionar. O transporte interestadual e internacional também tem liberação para seguir funcionando.

Os hotéis e pousadas podem funcionar respeitando as regras como ocupação máxima estabelecida pela prefeitura e adequações nas áreas comuns.

“As pessoas podem estar no hotel. Os ajustes nesses dias de trabalho devem respeitar o funcionamento equivalente a fase vermelha, como já foi feito anteriormente”, explicou a secretária estadual de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen.

Os setores de segurança, limpeza, abastecimento, logística, comunicação social e construção civil também são considerados essenciais e podem funcionar. Desta forma, os postos de gasolina, armazéns, oficinas automotivas, bancos, lavanderias e bancas de jornal podem operar.

No caso das praias, a decisão cabe aos governos locais, porém, Dória defende a aplicação das medidas de restrição.

Restrições impostas pela fase vermelha

Os bares e restaurantes que estavam autorizados a abrir com 40% de sua capacidade total, agora só podem funcionar no esquema de entrega e drive thru. O consumo local volta a ficar proibido.

As lojas, galerias e shoppings não podem funcionar, nem mesmo com horário reduzido ou controle de acesso. Recentemente, o governo havia autorizado o funcionamento estendido para as compras de fim de ano.

Os salões de beleza e academias também não podem abrir nestes dias, bem como os eventos e atividades culturais.

As administrações locais tem o aval para aplicar medidas ainda mais severas a depender do cenário de cada local.

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Paulo Amorim
Paulo Henrique Oliveira é formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo. Atua como redator do portal FDR, onde já cumula vasta experiência e pesquisas, produzindo matérias sobre economia, finanças e investimentos.