PIB 2020: Auxílio emergencial deve salvar resultado deste ano

Fazendo parte de um pacotes de benefícios anunciados pelo governo federal durante a crise provocada pelo novo coronavírus, o auxílio emergencial pode ser o ponto chave para mudar o resultado do PIB no país.

PIB 2020: Auxílio emergencial deve salvar resultado deste ano (Reprodução/Internet)
PIB 2020: Auxílio emergencial deve salvar resultado deste ano (Reprodução/Internet)

Isto porque, o benefício liberado para trabalhadores informais de todo o país injetará na economia um valor de até R$ 300 bilhões. Com isto, é possível observar que os efeitos vão além da manutenção da renda dos trabalhadores que perderam o emprego na pandemia.

Segundo dados divulgados por especialistas, os recursos destinados ao benefício poderão reduzir em 27% a queda do Produto Interno Bruto. Além deste ponto, aliviar o caixa do governo.

Isto porque, R$ 75 bilhões devem voltar aos cofres públicos por meio de arrecadação de impostos. Segundo as estimativas do Fundo Monetário Nacional (FMI), o mercado projeta recessão de 6,5% este ano. Já se não houve o auxílio, a retração chegaria a 9%.

Com a prorrogação do pagamento do valor por mais dois meses, estimativas pontuam um retorno de R$ 254 bilhões aos cofres públicos, o equivalente a 30%, segundo especialistas. A injeção de dinheiro é grande, uma vez que, um mês de auxilio custa R$ 65 milhões. O Bolsa Família custa R$ 33 bilhões por ano.

Já o Instituto Fiscal Independente (IFI), ligado ao Senado, prevê que o auxílio injetaria ao todo R$ 309 bilhões na economia se houvesse mais três parcelas de R$ 600. O benefício está sendo primordial na renda dos brasileiros neste período.

Mesmo com o repasse, ainda há a previsão de queda no poder de consumo de famílias. Um vez que prevê-se queda de 2,3%, ainda mesmo que poderia ser pior, caso não houvesse o pagamento do auxílio emergencial.

Já o Instituto de Pesquisas Econômica Aplicada (Ipea) através de estudo detalhou que o benefício está sendo importante para recompor a renda dos mais afetados pela crise, sendo o responsável em 100%.

Nesses lares, a proporção dos que receberam auxílio emergencial chegou perto de 50%; entre os ricos, a parcela cai para 3,35%.

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