publicidade

O pagamento da segunda parcela do auxílio de R$600 já foi repassado para todos os brasileiros que receberam o primeiro benefício até o dia 30 de abril. Com isto, agora começam as especulações sobre a terceira parcela do auxílio emergencial.

Terceira parcela do auxílio emergencial: TUDO o que já se sabe sobre o pagamento (Montagem/FDR)
Terceira parcela do auxílio emergencial: TUDO o que já se sabe sobre o pagamento (Montagem/FDR)
publicidade

De acordo com o cronograma, a terceira parcela será paga ainda neste mês de junho, mas ainda será necessário realizar alguns ajustes internamente na Caixa Econômica Federal, banco responsável pelo repasse.

Segundo o presidente do banco, Pedro Guimarães, o calendário com os pagamentos deverá ser divulgado em duas semanas pela Caixa. A declaração foi dada durante uma entrevista coletiva à imprensa na última quinta-feira (28).

Além deste calendário ainda está sendo cogitado pelo banco a divulgação de outras datas, referente ao pagamento da segunda parcela aos retardatários – aqueles brasileiros que receberam depois do dia 30 de abril.

Ainda está sendo estudada as datas de pagamento para aqueles que não receberam nem mesmo a primeira parcela, pois estavam em análise ou foram aprovados depois da divulgação do calendário de retardatário.

Terceira parcela do auxílio emergencial não será o fim

Mesmo ainda sendo um ponto que não está definido, existem previsões e alguns parlamentares e integrantes do governo se mostram otimistas sobre o repasse de uma quarta parcela do auxílio emergencial. Porém com algumas alterações, principalmente nos valores repassados.

Bolsonaro em entrevista à imprensa já detalhou que possivelmente irá estender as parcelas do benefício. “Vai ter a quarta parcela, mas não de R$ 600. Não sei de quanto vai ser, R$ 300, R$ 400”, disse.

Já o ministro Paulo Guedes, da economia, destaca que R$ 200 reais é o mais indicado por “um mês ou dois”, disse em entrevista. Segundo a Instituição Fiscal Independente (IFI), a prorrogação por três meses no valor atual de 600 reais custaria mais R$ 154,4 bilhões aos cofres da União.

Já para o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, o auxílio poderá de fato ser prorrogado e há grandes chances para isso, mas há receios sobre o valor. “Eu tenho medo de redução do custo do auxílio emergencial, o que isso impacta na reação das pessoas. Não é uma decisão simples. Prorrogar acho que é um consenso”, disse.

COMENTÁRIOS

Juan Gouveia, formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP). É redator do portal FDR, produzindo pautas sobre economia popular, direitos trabalhistas e finanças diariamente.

VEJA TAMBÉM