O mercado de trabalho brasileiro encerrou junho de 2026 com um saldo positivo e animador na geração de oportunidades.
Segundo o Novo Caged, foram abertos 145.161 novos postos com carteira assinada em todo o país apenas neste mês.
Esse resultado demonstra um forte aquecimento econômico, superando amplamente as expectativas dos analistas do mercado financeiro.
O montante atingido é reflexo direto de 2,22 milhões de admissões contra 2,07 milhões de desligamentos formais no período.
Com este novo avanço, o Brasil já acumula a criação de mais de 921 mil vagas de emprego apenas no primeiro semestre de 2026.
O setor de Serviços foi o verdadeiro motor do mês, liderando as contratações com a abertura de 74.514 postos.
Logo atrás, a Agropecuária garantiu 22.898 vagas, seguida de perto pelo Comércio, que registrou 19.177 novos empregos celetistas.
A Indústria (14.438) e a Construção Civil (12.136) também fecharam no azul, garantindo alta em todos os cinco grandes grupos econômicos.
O saldo favorável se refletiu de forma ampla pelo território nacional, espalhando-se por 25 das 27 unidades da federação. São Paulo manteve o primeiro lugar absoluto do ranking, gerando 34.981 novas oportunidades formais de trabalho.
Minas Gerais e Rio de Janeiro completaram o pódio nacional com 20,8 mil e 16,8 mil novos postos, respectivamente.
Além do volume de vagas, vale destacar o salário médio de admissão das contratações de junho, que se fixou em R$ 2.404,34.
Considerando os últimos doze meses, a geração de empregos acumulada já alcançou cerca de 963,9 mil vínculos oficiais.
Esse ritmo fez com que o estoque total de trabalhadores com registro ativo no país chegasse à marca de 48 milhões de pessoas.
Para a economia, o atual panorama traz consequências diretas: garante estabilidade financeira para milhares de famílias e fortalece o consumo no país.
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