Um deslize simples na manutenção do cadastro pode interromper o pagamento do Bolsa Família de forma repentina. O principal motivo para a perda do benefício é a falta de atualização das informações no Cadastro Único (CadÚnico).
A legislação prevê a obrigatoriedade de renovar os dados a cada 24 meses. Contudo, qualquer alteração recente na renda, no endereço ou no número de moradores exige uma comunicação imediata.
Caso ocorra omissão dessas mudanças, o auxílio passa por um bloqueio preventivo no aplicativo Caixa Tem. Se o titular não regularizar a situação no prazo, o benefício é cancelado em definitivo.
Outro ponto de atenção é a situação cadastral do CPF dos integrantes da família. Pendências na Receita Federal ou irregularidades no documento do titular e dependentes travam a liberação dos valores.
Quando nenhuma informação da família sofre alterações em dois anos, a renovação pode ser feita pela internet. O aplicativo do CadÚnico disponibiliza a Atualização Cadastral por Confirmação usando a conta Gov.br.
Havendo qualquer mudança no grupo familiar, o responsável deve comparecer presencialmente ao CRAS do município.
Leve os documentos originais e atualizados de todos os residentes para evitar divergências no sistema. Por fim, mantenha o acompanhamento das condicionidades de saúde e educação.
A frequência escolar adequada das crianças e a carteira de vacinação em dia garantem a permanência contínua no Bolsa Família.
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