Em 2026, o Banco Central vai endurecer o jogo contra falhas na segurança cibernética de bancos e fintechs.
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Instituições com sistemas vulneráveis sofrerão punições no Pix, que vão desde limites severos de horários e valores por transação até a suspensão total do serviço de pagamentos.
A medida visa combater o aumento expressivo de fraudes e ataques cibernéticos que têm prejudicado milhões de brasileiros.
A decisão surge após a constatação de que as normas de 2025 não foram suficientes para conter a onda de crimes virtuais.
Relatórios indicam que fraudes já representam 15% dos registros e os ataques crescem a cada ano, com desvios que ultrapassaram R$ 1,5 bilhão nos últimos meses, sendo um caso específico de R$ 800 milhões desviados via Pix.
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Para identificar as vulnerabilidades, o BC intensificou o monitoramento e solicitou relatórios detalhados de segurança digital.
Instituições que não se adequarem às exigências de defesa cibernética enfrentarão restrições severas, que podem incluir limites de valores nas transações ou a suspensão temporária do serviço.
A intenção é garantir um ambiente financeiro mais seguro para todos os usuários do Pix.
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