A Receita Federal está implementando o Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB), um projeto que funciona como um “CPF” para cada imóvel do país.
Conforme repercutido pelo g1, a medida acompanha a forte tendência de transformação digital do governo, visando a padronização e o cruzamento estratégico de informações patrimoniais em território nacional.
A iniciativa, que faz parte de um movimento de digitalização e integração de informações, dará a cada imóvel um identificador único.
Atualmente, dados de um mesmo bem podem estar fragmentados entre cartórios, prefeituras e órgãos estaduais, gerando inconsistências.
Segundo especialistas, o CIB não altera direitos nem substitui a matrícula em cartório, mas facilita a visualização do Fisco sobre o patrimônio imobiliário.
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A geração do CIB será automática, com base em dados já existentes, mas proprietários podem precisar intervir em caso de divergências.
O principal impacto esperado é na organização e na visibilidade fiscal. Para quem tem imóveis regularizados, a mudança tende a ser neutra.
A reforma tributária impulsiona a criação do CIB, integrando bases de dados que antes operavam de forma isolada.
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