O Conselho da Justiça Federal (CJF) confirmou a liberação de R$ 2,1 bilhões em pagamentos de atrasados do INSS para milhares de beneficiários em junho de 2026.
A notícia pegou muitos de surpresa, mas é um direito para quem venceu ações judiciais contra o instituto.
Esses valores, conhecidos como Requisições de Pequeno Valor (RPVs) e precatórios, representam o pagamento retroativo de dívidas reconhecidas pela Justiça.
A liberação beneficia 141.369 pessoas em 100.893 processos distintos.
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Os recursos liberados em junho de 2026 são referentes às RPVs autuadas em maio de 2026.
O pagamento é feito diretamente em contas abertas pela Justiça em bancos como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, sem necessidade de depósito prévio pelo beneficiário.
A diferença principal entre RPVs e precatórios está no valor. RPVs são para dívidas de até 60 salários mínimos (R$ 97.260 em 2026) e devem ser pagas em até 60 dias.
Precatórios, para valores maiores, seguem um cronograma anual mais longo.
O direito aos atrasados é garantido a qualquer segurado que obteve decisão judicial final favorável contra o INSS, por motivos como revisão de aposentadoria, concessão de auxílio-doença, pensão por morte ou BPC.
Para consultar se seu pagamento foi liberado, acesse o site do Tribunal Regional Federal (TRF) da sua região e utilize o número do processo ou CPF.
A situação do processo indicará “Pago total ao juízo” quando efetivado.
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