A possibilidade de um saque extraordinário do FGTS, que liberou bilhões para milhões de trabalhadores, chegou ao fim para a maior parte dos brasileiros.
No entanto, novas regras podem impactar quem ainda possui saldo e não sacou.
Entidades como o Conselho Curador do FGTS confirmaram que o cronograma emergencial, criado para liberar valores retidos, foi concluído.
A medida, amparada pela Medida Provisória nº 1.355 de 2026, permitiu que trabalhadores demitidos sem justa causa que aderiram ao saque-aniversário tivessem acesso a saldos antes bloqueados.
O encerramento do prazo em 1º de junho significa que os pagamentos extras foram finalizados.
Agora, as retiradas de saldo só são possíveis pelas modalidades regulares do fundo, como o saque-aniversário para os nascidos em junho, que já recebem conforme o cronograma já existente.
O ciclo completo desses saques extraordinários injetou cerca de R$ 14,9 bilhões na economia. A última etapa, concluída no início de junho, movimentou R$ 8,2 bilhões.
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Para quem perdeu o prazo de retirada presencial do último lote extraordinário, por não ter conta cadastrada na Caixa, o saldo retorna automaticamente para a conta vinculada do FGTS.
Ele fica novamente bloqueado, disponível apenas pelas regras normais da modalidade escolhida, como o saque-aniversário ou contratos de antecipação com bancos.
A recomendação do Ministério do Trabalho é que os trabalhadores consultem o aplicativo oficial do FGTS para verificar o extrato atualizado, confirmar se o saldo retornou à conta e checar pendências de lotes anteriores.
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