O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu um alerta severo sobre as chuvas torrenciais que assolam as principais regiões produtoras de cana-de-açúcar no Brasil.
A situação já impacta diretamente a colheita e promete afetar o bolso do consumidor com o aumento dos preços do açúcar e do etanol.
A previsão de precipitações contínuas e volumosas, que se estende por várias semanas, impede o avanço das máquinas agrícolas, dificultando a entrada nos canaviais e comprometendo a qualidade da matéria-prima.
Especialistas apontam para perdas significativas na produtividade, que podem se refletir nos estoques nacionais.
A logística de transporte também se torna um desafio, com estradas vicinais alagadas e o risco de atoleiros.
A combinação desses fatores – atraso na colheita e dificuldades de escoamento – pressiona a oferta de cana para as usinas, forçando um reajuste nos valores do açúcar, tanto para o mercado interno quanto para exportação, e do etanol, principal biocombustível do país.
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O impacto financeiro já é sentido, e a expectativa é de que os preços continuem a subir nas próximas semanas, caso as condições climáticas não melhorem.
Produtores buscam soluções emergenciais, mas a escala do problema exige atenção e medidas que vão além da capacidade individual.
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