A declaração do IR 2026 já está no radar dos brasileiros, mas um erro clássico envolvendo a pensão alimentícia pode levar milhares de contribuintes direto para a malha fina.
A confusão entre os termos “dependente” e “alimentando” é a principal causa de retenção de restituições, mesmo quando os pagamentos estão rigorosamente em dia.
A diferença entre Alimentando e Dependente no IR 2026
Para não travar sua restituição no IR 2026, é vital entender a distinção feita pela Receita Federal. O dependente é aquele que vive sob sua responsabilidade financeira e reside com você. Já o alimentando é o beneficiário da pensão alimentícia estabelecida por decisão judicial ou escritura pública.
Declarar um filho como dependente e alimentando ao mesmo tempo é um erro fatal que gera inconsistência imediata no sistema. Quem paga a pensão deve registrar o beneficiário exclusivamente na ficha de “Alimentandos”, enquanto quem detém a guarda e recebe o valor declara como “Dependente”.
Como evitar cair na malha fina do IR 2026
A Receita Federal exige precisão no preenchimento das fichas. No IR 2026, siga estas diretrizes para garantir que seus dados cruzem corretamente com a base do governo:
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Ficha Alimentandos: Informe o CPF e os dados da decisão judicial ou acordo extrajudicial.
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Pagamentos Efetuados: Use os códigos específicos para registrar os valores exatos transferidos ao longo do ano.
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Deduções: Gastos com saúde e educação do alimentando só podem ser deduzidos se estiverem expressamente previstos na sentença judicial.
Vale lembrar que, desde 2022, os valores recebidos de pensão são isentos. Se você pagou imposto sobre esses rendimentos nos últimos cinco anos, pode solicitar a retificação e reaver o dinheiro. Revise seus dados antes de enviar para garantir que sua restituição seja liberada sem atrasos.
