O novo salário mínimo nacional para 2026 entrou em vigor em 1º de janeiro, com o valor atualizado para R$ 1.621,00, o que representa um aumento de cerca de R$ 103,00 (aproximadamente 6,79% em relação a 2025).
No entanto, apesar de já estar valendo desde o início do ano, a grande parte dos trabalhadores formais só vai sentir esse aumento no contracheque pago em fevereiro, especialmente porque as folhas de pagamento são feitas com base nos serviços prestados no mês anterior.
Para quem recebe salário mínimo — ou tem salários atrelados a ele pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) — isso significa que, no quinto dia útil de fevereiro, as empresas devem pagar o novo piso com o reajuste do início do ano.
Essa atualização pode significar aquele “extra” inesperado no orçamento doméstico, porque o valor pago em fevereiro refletirá o novo salário mínimo de R$ 1.621,00.
Por que o pagamento reajustado só veio em fevereiro?
- O salário mínimo está valendo desde 1º de janeiro de 2026.
- Contudo, o pagamento do salário relativo ao mês de janeiro — e que normalmente é feito até o quinto dia útil de fevereiro — é quando o trabalhador efetivamente recebe o novo valor no contracheque.
Quem é beneficiado com um novo salário em 2026?
O reajuste do salário mínimo impacta:
- Trabalhadores com carteira assinada (CLT) que recebem o mínimo nacional.
- Empregados domésticos, aprendizes e profissionais que têm salários baseados no piso nacional.
- Os benefícios do INSS (aposentadorias e pensões) que usam o mínimo como referência.

(Foto: Montagem/FDR)
O que os empregadores precisam saber
Empresas e empregadores domésticos precisam atualizar o valor do salário mínimo nos sistemas de folha de pagamento (como o eSocial) antes de processar a remuneração de fevereiro, para que os cálculos de encargos (INSS, FGTS, etc.) estejam corretos.
