Uma nova era para os trabalhadores de carteira assinada se aproxima. A partir de 2025, os trabalhadores do regime CLT poderão experimentar mudanças significativas em suas jornadas, especialmente nos feriados, domingos e períodos de férias.
Lei 12.041 garante novo auxílio para idosos que moram sozinhos; veja quem tem direito Lote bilionário do INSS: Veja quem tem direito aos R$ 2,14 bilhões liberados pela Justiça Desconto de até 30%: A lista de problemas de saúde que garante carro mais barato para idosos Benefício suspenso? A nova exigência do INSS que pode travar o pagamento

domingos e feriados começam a valer. (Imagem: Jeane de Oliveira/ FDR)
A proposta, já aprovada no Senado, busca equilibrar a necessidade de manter a economia em movimento com a garantia de mais tempo de descanso para os funcionários.
A especialista Danielle Santana, colaboradora do FDR, comenta mais sobre CLT, confira.
Documento para quem tem mais de 60 anos libera vaga de estacionamento especial Programa Move Brasil reúne 44 carros com descontos especiais; confira a lista Atenção: governo divulga novas regras do Gás do Povo para julho de 2026 Fim do vale-refeição? Mudança surpreende milhões de trabalhadores no Brasil
O que muda para os trabalhadores?
A principal mudança diz respeito ao trabalho aos domingos e feriados. A nova regra prevê que esse tipo de atividade só será permitido mediante acordo coletivo entre empregados e empregadores. Essa mudança tem o objetivo de garantir que os trabalhadores tenham mais tempo livre para descanso e lazer, fortalecendo a relação entre funcionários e patrões e incentivando a negociação coletiva.
Além disso, o trabalho aos domingos e feriados será restrito a setores considerados essenciais, como hospitais e transporte público, e a atividades autorizadas por lei ou convenção coletiva, como comércio e turismo. Para compensar o trabalho nesses dias, os empregadores deverão conceder folgas em outros momentos da semana.
Outra novidade é a possibilidade de fracionar as férias em até três períodos. Essa flexibilidade, porém, depende de acordo entre empregado e empregador, com um período mínimo de 14 dias e os demais com no mínimo 5 dias.
Mudanças que dividem opiniões
As novas regras geram debates acalorados entre diferentes setores. Sindicatos veem a proposta como um avanço na proteção dos direitos dos trabalhadores, garantindo mais tempo de descanso e fortalecendo a negociação coletiva. Por outro lado, empresários temem que as novas restrições possam comprometer a competitividade das empresas e levar à perda de empregos.
Apesar disso, a proposta ainda precisa ser sancionada pelo presidente para entrar em vigor.