Aposentados do INSS: saiba como comprar sua passagem aérea por R$ 200

Foi recentemente anunciado pelo governo federal um novo benefício aos aposentados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). A partir de fevereiro este público poderá usar o programa Voa Brasil para comprar passagens aéreas por R$ 200. A expectativa é de que 20,8 milhões de pessoas sejam atendidas.

Aposentados do INSS: saiba como comprar sua passagem aérea por R$ 200
Aposentados do INSS: saiba como comprar sua passagem aérea por R$ 200 (Imagem/Montagem: FDR)

Os aposentados do INSS e os estudantes que utilizam bolsa do Prouni (Programa Universidade para Todos), serão os primeiros a usufruir do Voa Brasil. A ideia é que o programa possa atingir quem nunca viajou de avião, ou que não usa esse meio de transporte há pelo menos 12 meses.

Quais aposentados do INSS serão beneficiados?

Nem todos os aposentados do INSS conseguirão comprar as passagens aéreas por R$ 200. Na verdade eles precisam preencher aos requisitos que dão acesso ao benefício. De acordo com as regras que já foram anunciadas pelo ministro de Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho, serão beneficiados:

  • Aposentados que estão vinculados ao INSS;
  • Aqueles que têm renda de até dois salários mínimos, o que representa 20,8 milhões de pessoas segundo expectativa do governo.

A previsão do ministro é que 2,5 milhões a 3 milhões de pessoas que nunca viajaram de avião ou não usaram esse meio de transporta há um ano, consigam adquirir passagens aéreas pelo programa, ampliando a democratização do acesso ao transporte aéreo no país.

Como compras as passagens aéreas por R$ 200?

Todas as informações mais específicas sobre a compra de passagens aéreas por aposentados do INSS serão divulgadas até o início do próximo mês, junto com o lançamento oficial do programa. Até o momento o que já foi falado sobre o programa Voa Brasil indica que:

  • As passagens poderão ser compradas direto com as companhias aéreas;
  • Os preços especiais valem para trechos nacionais;
  • Os assentos serão reservados em dias e horários de menor procura;
  • Não deve haver liberação de recursos do governo federal, mas sim uma parceria entre as companhias.

Lila Cunha
Autora é jornalista e atua na profissão desde 2013. Apaixonada pela área de comunicação e do universo audiovisual. Suas redes sociais são: @liilacunhaa, e-mail: [email protected]