Prestações do Minha Casa Minha Vida são CANCELADAS para muitos beneficiários

Relançado neste ano, o programa Minha Casa Minha Vida tem beneficiado diversos brasileiros. Com condições facilitadas, ele tem possibilitado que diversos cidadãos passem a ter acesso a casa própria. Nesta semana, uma medida publicada pelo Governo Federal deverá auxiliar boa parte da população a conquistar esse sonho.

Prestações do Minha Casa Minha Vida são CANCELADAS para muitos beneficiários
Prestações do Minha Casa Minha Vida são CANCELADAS para muitos beneficiários. (Imagem: FDR)

Entre as diversas vantagens possibilitadas pelo Minha Casa Minha Vida, se destaca o financiamento acessível que reduz o valor das parcelas pagas pelo imóvel. Para alguns dos brasileiros que fazem parte do programa, esse financiamento ganhará ainda mais facilidades.

O que muda no Minha Casa Minha Vida?

Uma portaria publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (28) trouxe uma mudança significativa para beneficiários do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) que possuem contratos de financiamento por meio do Minha Casa Minha Vida.

A partir de agora, os brasileiros que são atendidos por algum desses programas passarão a ser isentos do pagamento de prestações de moradias que sejam subsidiadas pelo Governo Federal. A estimativa é que mais de 50% das famílias que estão dentro do programa de moradia popular se enquadrem neste critério e sejam beneficiadas.

Por enquanto, a medida só atende aos beneficiários que já fazem parte de algum dos programas e possuem financiamentos ativos. No entanto, a expectativa é que essa isenção do pagamento das prestações também seja estendida para novas famílias.

Já os demais beneficiários do programa habitacional que não se enquadram nesse critério continuarão pagando as parcelas do financiamento normalmente, sem alterações.

Demais informações

Ao ser relançado neste ano pelo presidente Lula, o Minha Casa Minha Vida aumentou seu público alvo. Anteriormente, famílias que possuíam uma faixa de renda de até R$ 2.640, o que equivale a dois salários mínimos, não podiam fazer parte do programa. Agora, elas voltaram a ser incluídas.

De acordo com um levantamento histórico realizado pelo Ministério das Cidades, famílias que possuem essa faixa de renda costumam receber um subsídio que varia entre 85% e 95%.

Com essa ampliação de potenciais beneficiários, o Governo Federal espera atingir a meta estipulada para o programa que prevê o financiamento de 2 milhões de imóveis em quatro anos.

Danielle Santana
Jornalista formada pela Universidade Católica de Pernambuco, já atuou como repórter no Jornal do Commercio, Diario de Pernambuco e Folha de Pernambuco. Nos locais, acumulou experiência nas editorias de economia, cotidiano e redes sociais. Possuí experiência ainda como assessora de imprensa.