Aplicativo gera renda de até R$ 3 mil para quem fizer pesquisas de preços

Você já imaginou fazer pesquisas sobre preços dos produtos em lojas e supermercados e ainda ser pago para isso, podendo ter ganhos mensais de até R$ 3 mil? Mais de 60 mil pessoas já aderiram ao formato. Confira mais detalhes abaixo!

Aplicativo gera renda de até R$ 3 mil para quem fizer pesquisas de preços
Aplicativo gera renda de até R$ 3 mil para quem fizer pesquisas de preços (Imagem: FDR)

Renda extra para pesquisar preços

A pesquisa de preços é algo muito importante para as empresas. Desde os tempos da hiperinflação, nos anos 1980, isto era feito de maneira recorrrente. Naquele momento, pesquisadores estavam sempre ao lado das gôndolas dos supermercados, com suas pranchetas nas mãos.

Hoje, esta cena é totalmente diferente. Os pesquisadores portam dispositivos móveis, como celular ou tablet, conectados a aplicativos que fazem a leitura de código de barras e a transmissão das informações em tempo real. Estes pesquisadores apresentam aos gestores não só um levantamento dos preços praticados como a disponibilidade de itens na prateleira.

Com isso, os fornecedores dos produtos têm um panorama preciso de como seus produtos estão se comportando no varejo. Reposições a tempo, antes que o consumidor se frustre ao não encontrar o que quer no ponto de venda; um diagnóstico da variação de preços e do potencial de receita com exatidão é um dos ganhos dessa forma tecnológica de pesquisa de mercado.

 

Maycon Andrade, CEO da Price Survey, aplicativo que funciona como o “Uber das pesquisas” explica que hoje, as pessoas podem realizar as pesquisas de preços tanto como atividade principal de trabalho ou como uma fonte alternativa de empregabilidade.

O gestor explica que os pesquisadores de mercado atuam por projeto. “É possível obter uma remuneração de até R$ 3 mil por mês, acima da renda média do trabalhador brasileiro, que está em torno de R$ 2,8 mil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)”, diz Andrade.

Na Price Survey, os pesquisadores de campo são denominados pricers. Estes possuem uma jornada é flexível, na qual o importante é cumprir as metas. Para você ter uma ideia, recentemente a startup registrou 59.568 ‘Pricers’ ativos. 

Como funciona?

De acordo com Andrade, os pricers recebem uma notificação no smartphone explicando a meta de cada pesquisa, bem como o local e o respectivo valor da remuneração pela atividade.

Então, ao se deparar com o produto no estabelecimento, eles adicionam no app Price Survey o valor de venda, o código de barras, a foto da etiqueta de preço e o posicionamento da mercadoria na gôndola, a imagem do rótulo e se há alguma promoção vigente para aquele produto. De forma imediata, tais dados são validados e enviados ao cliente.

Em 2022, a Price Survey contabilizou mais de 21 milhões de itens pesquisados. De origem mineira e, atualmente, também com sede em São Paulo, a Price Survey atende mercados em todo o Brasil. Há também presença no Chile, no Paraguai,  e nos EUA.

Andrade finaliza destacando os avanços tecnológicos: “A tecnologia da informação avançada é indispensável, mas não mais que os nossos pesquisadores, os pricers. São eles que alimentam nosso banco com dados que, com a inteligência tecnológica da nossa ferramenta, garantem nossa entrega com informações trabalhadas, seguras e em tempo real”.

Victor Barboza
Meu nome é Victor Lavagnini Barboza, sou especialista em finanças e editor-chefe do FDR, responsável pelas áreas de finanças, investimentos, carreiras e negócios. Sou graduado em Gestão Financeira pela Estácio e possuo especializações em Gestão de Negócios pela USP/ESALQ, Investimentos pela UNIBTA e Ciências Comportamentais pela Unisinos. Atuo no mundo financeiro desde 2012, com passagens em empresas como Motriz, Tendere, Strategy Manager e Campinas Tech. Também possuo trabalho acadêmicos nas áreas de gestão e finanças pela Unicamp e pela USP. Ministro aulas, cursos e palestras e já produzi conteúdos para diversos canais, nas temáticas de finanças pessoais, investimentos, educação financeira, fintechs, negócios, empreendedorismo, psicologia econômica e franquias. Sou fundador da GFCriativa e co-fundador da Fincatch.
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