5 motivos para você NÃO investir nestas AÇÕES em cenário de Eleições

Você seria sócio de Bolsonaro e Lula? Confia na capacidade de gestão e até mesmo na honestidade deles?

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Bolsonaro trocou inúmeras vezes o presidente da Petrobras prejudicando a empresa; já Lula e seus aliados foram até presos por corrupção e desvio de dinheiro público. Mesmo com todos esses fatos você se sente seguro de investir em empresas em que eles podem colocar aliados políticos nas diretorias e interferir nas decisões da empresa?

Investir em ações, é se tornar sócio de empresas. Suas ações irão valorizar se a empresa apresentar bons resultados ou desvalorizar se os resultados forem ruins. É obvio que Petrobras, Banco do Brasil, Sabesp, Cemig e Sanepar são grandes empresas, mas historicamente, muitas decisões políticas prejudicaram as empresas e as ações caíram de forma absurda.

Você pode não investir em ações de empresas estatais e ainda assim montar uma boa carteira de ações. Os riscos das estatais são enormes, abaixo 5 motivos que você deve considerar para fugir das estatais e ter uma carteira de investimentos mais segura:

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1 – Corrupção e Fraude

Você sabia que no auge da Operação Lava Jato as ações da Petrobras caíram de R$23,00 para R$ 4,00? Ou seja, quem tinha 100 ações da Petrobras na época (R$ 2.300,00), passaram a ter R$ 400,00 em poucos meses.

Outro exemplo, as ações da IRB Brasil Resseguros, caiu mais de 90% por causa de fraude contábil.

Já vimos escândalos na Caixa, Banco do Brasil e outras empresas estatais. A falta de transparência, fiscalização e objetivos com conflito de interesses é grande, por isso as ações de boas empresas no qual a Governança é bem séria, costumam gerar retorno maior aos acionistas.

 2 – Troca de favores

Por causa de acordos políticos, é comum o Presidente da República nomear apadrinhados políticos, familiares, amigos e políticos parceiros para cargos da empresa. É obvio que estas pessoas são bem remuneradas para isso e é aí que as estatais se transformaram em grandes cabides de empregos.

3 – Má gestão

Como vimos acima, a escolha dos diretores e dos cargos mais importantes não leva em consideração a técnica e a experiência em gestão no setor que a empresa atua. É comum, por exemplo, alguém sem experiência e sem conhecimento estar no comanda da empresa. Por isso o risco de a empresa ser mal gerida é grande. Consequentemente, a empresa irá perder valor de mercado e as ações irão cair.

4 – Decisões contra os benefícios da empresa

O foco da estatal é atender necessidades sociais e, não, gerar lucro aos acionistas. Lembro quando a ex-presidente Dilma Rousseff congelou as tarifas de energia e as ações do setor elétrico caíram fortemente e, recentemente, o Presidente Jair Bolsonaro trocou diversas vezes o comando da Petrobras com objetivo de congelar o preço do combustível.

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Escrevi um artigo no Instagram (@financas.vc) sobre como as pessoas investem errado em ações por serem má influenciadas:

https://www.instagram.com/p/CbKmQ5Ars9w/

Você pode pensar que estas atitudes são positivas para a população, porém o problema é que a redução ou controle de preços que são praticadas, acabam gerando aumento de preços em outros produtos ou serviços, afinal o Governo precisa arrecadar impostos para pagar as contas. Por exemplo, congela a tarifa de energia, mas aumenta o imposto sobre os alimentos.

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5 – Imagem da empresa

Devido aos problemas acima citados, a imagem da empresa é impactada negativamente, o que gera perdas financeiras. Você se sentiria confortável de ser sócio ou comprar algo de uma empresa envolvida em corrupção, fraudes, ser cabide de empregos e má gerida?

Fuja desse risco, a maioria das empresas da Bolsa não são estatais, estude e aprenda onde escolher ações ou contrate um especialista.

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Um forte abraço e bons investimentos!

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Cleiton Vicente
Formado em Administração de Empresas, pós-graduado em Finanças com especializações em Investimentos, Psicologia Econômica e Planejamento Financeiro. Founder da "Finanças.Vc" e atua como Consultor de Finanças Pessoais e Investimentos com mais de 15 anos de experiência no mercado financeiro. No FDR, possui sua própria coluna com dicas e orientações sobre como investir com segurança e de forma descomplicada.