Novo plano da Netflix terá mudanças DRÁSTICAS

Após a confirmação de que a Netflix está planejando lançar uma nova modalidade de assinatura mais em conta e com anúncios, através com uma parceria com a Microsoft, uma nova dúvida começou a aparecer: será que o conteúdo oferecido nesta nova opção de assinatura será limitado?

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Segundo informações recentes do Deadline, a resposta para esta pergunta é sim. Este novo plano da plataforma de streaming deve chegar ao mercado no próximo ano, no entanto, de acordo com Ted Sarandos, Co-CEO e Chief Content Officer da Netflix, ele não oferecerá todo conteúdo disponível nos planos mais caros, característica que pode decepcionar quem estava pensando em assiná-lo. 

Todo o conteúdo que é produzido pela própria Netflix estarão disponíveis para toda a base de assinantes, inclusive desse novo plano, porém, quando falamos dos conteúdos licenciados, a história é outra. A plataforma terá que fazer negociações com as distribuidoras, estúdios e produtores para poder disponibilizar o conteúdo no novo plano.

“Hoje, a grande maioria do que as pessoas assistem na Netflix pode ser incluída no novo plano suportado por anúncios. Há algumas coisas que não poderão ser incluídas neste plano, mas estamos conversando com os estúdios em relação a isso. Mas se lançássemos o produto hoje, os assinantes do plano com anúncios ainda teriam uma grande experiência. Vamos remover alguns conteúdos adicionais, mas certamente não tudo”, explicou Sarandos durante a apresentação dos resultados financeiros da Netflix.

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Ainda não se sabe qual será o valor deste novo plano de assinatura da plataforma, no entanto, alguns portais estimam que ele ficará entre US$ 5 e US$ 10 por mês. Um exemplo é o serviço de streaming Paramount+, que possui um plano com anúncios que custa US$ 4,99 ao mês nos Estados Unidos.

Na visão de analistas do setor, este novo plano com anúncios poderia ter sido criado até mesmo antes desta “crise” se não fosse a posição reticente do CEO da Netflix, Reed Hastings, que só após sentir a pressão dos investidores, admitiu que “faz muito sentido” oferecer aos usuários uma opção de assinatura mais barata.

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E realmente este plano faz sentido. Um estudo realizado pela consultoria americana MoffettNathanson projetou que a Netflix poderia gerar US$ 1,2 bilhão em publicidade por ano a partir de 2025, considerando apenas o mercado americano.

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Paulo Amorim
Paulo Henrique Oliveira é formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo. Atua como redator do portal FDR, onde já cumula vasta experiência e pesquisas, produzindo matérias sobre economia, finanças e investimentos.