Estas são as melhores e as piores AÇÕES de 2022; saiba em quais está valendo a pena investir

Os seis primeiros meses do ano foram marcados pela alta volatilidade na bolsa de valores B3, que acumulou uma queda de cerca de 12%. O Ibovespa sentiu os reflexos do cenário mundial de recessão e de inflação insistente, o que vem causando um aperto da politica monetária na maior parte do mundo. Confira as melhores e piores ações de 2022.

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Selic 

O Comitê de Política Monetária (Copom) elevou o patamar da Selic para 13,25% ao ano, o mais alto desde janeiro de 2017. Existem projeções de que a taxa subirá ainda mais, podendo fechar este ano entre 14% a 14,25% ao ano.

Melhores ações da Bolsa

  • Cielo (CIEL3): 73% 
  • Eletrobras (ELET6): 46% 
  • Eletrobras (ELET3): 40% 
  • Hypera (HYPE3): 35% 
  • Minerva (BEEF3): 33% 
  • CPFL Energia (CPFE3): 31% 
  • BB Seguridade (BBSE3): 30% 
  • Petrobras (PETR4): 22% 
  • Petrobras (PETR3): 21% 
  • Banco Brasil (BBAS3): 21%

Por outro angulo, as ações que passaram pelas maiores altas ao longo do primeiro semestre foram de empresas que tiveram resultados melhores ou que tiveram certos fatores que ajudaram  na cotação de suas ações, como no caso da Eletrobras, que passaram por grande valorização, estimuladas pela finalização do processo de privatização da estatal que foi concluído em junho.

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A Cielo, por sua vez, pode atribuir a melhora no preço de suas ações por conta da divulgação do resultado obtido no primeiro trimestre que veio acima do projetado. 

As piores ações da Bolsa

  • Magazine Luiza (MGLU3): 69% 
  • Meliuz (CASH3): 66% 
  • Via (VIIA3): 64% 
  • Americanas (AMER3): 58% 
  • Locaweb (LWSA3): 56% 
  • Embraer (EMBR3): 52% 
  • Azul (AZUL4): 48%
  • Positivo (POSI3): 49% 
  • CVC Brasil (CVCB3): 48% 
  • Natura (NTCO3): 47% 

Como podemos perceber, a maior parte das grandes quedas foram provenientes de empresas de comércio e de tecnologia, uma vez que elas dependem da atividade econômica.

Estas ações são atingidas em cheio pela grande queda do poder de compra dos consumidores, juntamente com um cenário de grande alta de juros, causando uma redução na demanda por bens de consumo, em especial os discricionários e de preço médio mais alto. 

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Outro setor duramente atingido foi o de tecnologia, uma vez que os juros altos acabam prejudicando as vendas. Fora isso, o custo para levantar dinheiro para as empresas também cresce, se refletindo de forma negativa no valor dessas companhias.

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Paulo Amorim
Paulo Henrique Oliveira é formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo. Atua como redator do portal FDR, onde já cumula vasta experiência e pesquisas, produzindo matérias sobre economia, finanças e investimentos.