Financiamentos imobiliários devem crescer no Brasil; confira dicas para comprar seu imóvel

Os financiamento imobiliários devem crescer 2% neste ano, alcançando um volume total de R$ 260 bilhões, segundo projeção feita em janeiro pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Isso significaria um novo recorde histórico para o setor, apesar da desaceleração em relação a 2021, quando foi registrado crescimento de 46%.

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O ponto negativo fica por conta dos financiamentos feitos pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que devem sofrer queda de 5%, para R$ 195 bilhões. Essas operações estão sendo impactadas pelos aumentos da taxa Selic nos últimos meses, realizados pelo Comitê de Política Monetária (Copom) como uma tentativa de conter a inflação, atualmente acima dos dois dígitos.

Os financiamentos imobiliários, entretanto, usam como referência o rendimento da Poupança, que não reflete toda a variação da Selic. E além de não serem tão afetadas pela alta dos juros, as famílias que desejam financiar a casa própria também podem contar com linhas de crédito especiais oferecidas pelos bancos e com as novas facilidades no financiamento pelo FGTS.

Dicas para comprar imóvel

Se você está entre aqueles que planejam adquirir um imóvel, seja financiado, seja com recursos próprios, saiba que alguns cuidados podem tornar essa tarefa bem mais fácil. Marlon Godoy, diretor comercial da Leme Inteligência Forense, destaca a necessidade de se arranjar os documentos do imóvel.

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“Já pensou comprar um imóvel financiado arrolado com uma dívida ou alienação não reveladas? Pois então: as certidões servem como instrumento de prevenção, resguardando as partes e auxiliando-as a não ter surpresas desagradáveis”, explica.

Gogoy cita alguns documentos que atestam a regularidade do imóveis e da operação:

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  • Ações nas Fazendas municipal e estadual, expedidas pelas Secretarias de Fazenda do município e do estado
  • Certidões cíveis e ações na Justiça Federal, emitidas no Fórum da Justiça Eleitoral
  • Ações de tutela, interdição ou curatela, obtidas junto ao Cartório de Registro Civil
  • Ações de propriedade de imóvel, exigidas para programas específicos ou uso do FGTS
  • Comprovantes de dívidas e contribuições federais, adquiridas na Receita Federal

Arranjar toda essa papelada, no entanto, pode dar bastante trabalho, apesar do benefício que gera ao comprador. Felizmente, existem empresas que facilitam a tarefa, como a própria Leme Inteligência Forense. Para ajudar na localização de documentos, a empresa oferece a Central de Certidões, que conta com uma base de mais de 30 mil órgãos judiciais e extrajudiciais.

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Amaury Nogueira
Amaury da Silva Nogueira é bacharelando em Letras/Edição pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Apaixonado pelo universo da escrita, atua há dois anos como redator e realiza pesquisas sobre história da edição no Brasil. Além disso, atualmente pesquisa também sobre direitos e benefícios sociais para agregar conhecimento na redação do portal de notícias FDR.